terça-feira, 23 de julho de 2013

Rock Alive entrevista: Montanha Produtor

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Hoje, trouxemos uma entrevistado diferente, mas do círculo musical, o produtor musical Montanha. Confiram a entrevista abaixo!



RA - O que é a produção musical?

Montanha: Produção musical é o ato de pegar o trabalho de uma banda ainda em construção e, acrescentar a ele todos os adereços necessários para que o mesmo evolua em sua qualidade musica,l e se torne um material de qualidade pronto para ser consumido.

RA - O que faz um produtor musical?

Montanha: Ninguém melhor do que um PRODUTOR MUSICAL para transformar uma ideia em uma canção lapidada, digerível, fiel à proposta, otimizada, pronta para ser consumida e apreciada.

Pense em uma música que você adora, de um artista ou banda que você acompanha há muitos anos. É muito provável que esta música que você pensou é o resultado de uma composição maravilhosa, PRODUZIDA por um profissional competente, tanto artisticamente como tecnicamente.

Compositores, letristas, arranjadores – artistas e músicos – estão preocupados com a arte, poesia, interpretação, conteúdo emocional. Uma combinação de dons e habilidades que permitem ao artista conceber ideias interessantes. O ARTISTA se concentra na criação artística.

Uma vez que a música é concebida, através de uma gravação guia esboços em um guardanapo ou partituras, inicia-se o processo de PRODUÇÃO. Aqui, outro profissional, o PRODUTOR, deve trazer seus dons e habilidades e se concentrar numa nova etapa. A criação contém ideias, mensagens e emoções que nem sempre são claras para o ouvinte. Um produtor profissional estudou durante anos o processo de produção musical e analisou muitos casos de sucesso para extrair o melhor de uma composição.

Utilizando seu background artístico, o cenário musical e técnicas de produção, o produtor tem a função de transformar a obra musical em um veículo de mensagens e emoções universais, consistentes, claras e interessantes. Assim como uma boa produção não se sustenta sem uma grande composição, a concepção musical depende de um cuidadoso processo produtivo para se transformar num produto e abrir portas para o artista.

Contratar um Produtor Musical é dar uma chance para sua música. Com certeza você acredita nela, mas é preciso que outros também acreditem. Sei como é frustrante “imaginar” a música, se empolgar e não conseguir passar isso para os amigos. O Produtor é o seu aliado nesse objetivo.

A Produção Musical profissional economiza tempo e energia do artista, aumentando as chances de divulgação, contratos com gravadoras e downloads. Contrate um produtor. Mesmo que seja um amador, um amigo músico. O ato de “contratar” transfere seriedade para o projeto, incluindo metas e prazos. No mínimo, serão duas pessoas e dois pontos de vista, que enriquecem qualquer trabalho onde decisões são tomadas a todo instante.

RA - Hoje, a cena rock vem crescendo bastante, alguns vêm do amadorismo e outros são descobertos. Qual a sua opinião sobre as bandas que se lançam via internet amadoramente?

Montanha: Acredito que a internet seja um mecanismo que possibilite que qualquer um possa divulgar seu trabalho.
Porém, quando as bandas amadoras colocam um trabalho na internet em alguns casos possuem êxito na tentativa, porém na maioria das vezes fracassam pelo fato de seus trabalhos não possuírem a qualidade e o amadurecimento musical que um produto vem a dar a um trabalho.

RA - Qual é a diferença entre o produtor e o empresário?

Montanha: O produto na maioria das vezes é contratado por um empresário. O empresário possui o papel de investir na banda, já o produtor possui o papel de descobrir o talento e explorar todo o seu potencial. Abrilhantando os trabalhos com sua experiência e técnica musical.

RA- Com a febre das músicas distribuídas via streaming, qual é a sua opinião sobre isso. Você acha que é viável e rentável para a banda ou músico, lançar seu projeto nessas empresas na linha do iTunes?

Montanha: Sim porque com o passar dos anos e em decorrência da globalização causada pela internet as pessoas acabaram perdendo o habito de comprarem cd e sim de baixar músicas sendo um meio muito mais simples e barato. De forma que acredito que já passamos pela hera dos cds e agora estamos na era dos downloads.

RA- Como é feita a produção de uma música?

Montanha: A partir do momento que se é solicitado um produtor afim de que se realize uma produção o mesmo seleciona uma musica que possua mais características que tenham a haver com a essência da banda.

A partir daí inicia-se todo um processo de produção que vai desde a escolha dos músicos para criarem um arranjo musical até a finalização da musica passando pela etapa de mixagem masterização. Desta forma e com muito talento da parte das bandas e dos produtores nascem as grandes produções. 


RA - Tem alguma banda ou artista que queira produzir muito?

Montanha: No momento não acredito que durante minha carreira já tenha produzido muitas bandas e artistas com um talento extraordinário tornando assim uma experiência única trabalhar com cada uma delas.

Desta forma acredito que todas as minhas futuras produções terão o mesmo teor de importância e prazer de minha parte de em produzi-las.

Porém, tenho muita vontade de produzir um trabalho com musica latina, por ser um ritmo no qual me identifico e por nuca ter produzido nada do gênero.

RA - Dos artistas/bandas que você produziu houve alguma que não deu certo?

Montanha: Não, de forma que todas tenham possuído seu próprio êxito de acordo com a musicalidade de cada uma.

RA - Em sua opinião, bandas/artistas que cantam ou compõem em inglês fazem sucesso dentro do Brasil?

Montanha: Em toda minha carreira conheci poucas bandas que compõe em inglês que tenham conseguido êxito no nosso cenário musical. Desta forma acredito que possa existir mais patriotismo nas bandas e artistas nacionais para assim cada vez mais valorizarmos a nossa cultura em quanto brasileiros por ser uma cultura imensamente rica em todos os aspectos possíveis da musicalidade e por possuir imensas vertentes musicais a serem exploradas para assim a nossa cultura cada vez mais ocupar o espaço que merece no cenário mundial.

RA - O papel do produtor está ganhando maior destaque no mercado musical?

Montanha: Na realidade nunca ouve uma queda ou auge no trabalho de um produtor no cenário musical pelo fato de que o produtor sempre esteve presente por trás de qualquer tipo de material musical já produzido no nosso cenário e de ser peça fundamental na gravação e produção fonográfica de qualquer tipo de musica.


E aí curtiram? Sanaram as dúvidas sobre produção musical?
Fiquem ligados que logo mais têm novidade aqui no Rock Alive!

See You Soon!!!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Rock Alive entrevista: Ricardo Japinha

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!
No dia 29.06, estivemos no evento Estação Jovem - Comemoração de 5 anos - em São Caetano do Sul e entre várias bandas, estava a Hateen.

Após o show, conversamos brevemente com o baterista Ricardo Japinha ou apenas Japinha.

Confiram:
Ricardo Japinha


RA - Hoje tem muitas bandas começando ou já no auge que ficam sem locais para divulgar ou tocar. Gostaria de saber se quando você entrou no Hateen e no CPM 22, vocês encontraram essa dificuldade também?


Japinha: Sempre teve essa dificuldade, sempre houve. Acho que hoje ainda continua e acho que isso não é um privilégio do Brasil não. Acho que lá fora também tem, talvez um pouco mais organizado, mas as cenas de rock, cenas independentes.

As bandas sempre tem que batalhar muito e eu acho que isso no final das contas, não acaba sendo tão ruim para as bandas, tudo bem dá trabalho, mas é o tipo de trabalho que é saudável, por que os integrantes da banda acabam tendo que se esforçar mais para conseguir chegar em algum lugar e isso acaba dando uma experiência uma maturidade.




Mari Lima e Dellana Wolney com a galera do Hateen

Confiram o áudio da entrevista também!

Podcast - Entrevista Japinha

Agradecimentos: 
Dellana Wolney, Ricardo Japinha, Hateen e Prefeitura de São Caetano do Sul 

See You Soon!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Banda Kontraregras no Rock Alive!

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!
Hoje, trazemos para vocês a banda Kontraregras, de São Bernardo do Campo, São Paulo.

Confiram o release da banda abaixo:

Kontraregras

Banda de São Bernardo do Campo, Kontraregras iniciou suas atividades no começo de 2010, Com as mais variadas influências, com foco principal no hardcore com letras fortes em português, dando cara própria a um estilo universal.

No começo era apenas por diversão e depois ficou algo mais sério, tocando por vários festivais, vimos que podíamos fazer algo além de diversão. Hoje com várias músicas próprias, estamos correndo atrás daquilo que toda banda busca: reconhecimento. 

Nosso som retrata o dia-a-dia do mundo e especialmente, falando do Brasil, em nossas letras falamos também sobre a realidade em que vivemos e que gostaríamos de mudar.

Formação: 

Fernando - Voz 
Alexandre - Guitarra 
Fabio - Guitarra 
Saulo - Baixo 
Rodrigo - Bateria

E aí curtiram? Então sigam a banda no Facebook! E aguardem, logo mais tem novidade!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Rock Alive entrevista: Rock Acoustic Concert

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Hoje, a entrevista é com o Rock Acoustic Concert, o projeto dos primos (gêmeos) Junior Lopes e Nan Torres.

Rock Acoustic Concert
RA - Quem é o Rock Acoustic Concert?
RAC - Rock Acoustic Concert é uma brincadeira levado a sério de dois primos que estão ligados muito ao melhor da música, assim se divertem reproduzindo do seu jeito o que mais gostam.

RA - Por que deram este nome ao projeto? Qual o significado dele para vocês?
RAC - O Nome não foi nada pensado, pra falar a verdade eu (Junior Lopes) coloquei esse nome sem nenhuma preocupação com nada, mas acabou ficando mais serio a brincadeira e o nome acabou ficando. O Significado é o que reproduzimos com o que pretendemos fazer ainda, acrescentar mais algumas coisas, deixar mais completo.
RA - O projeto são só vocês dois, pensam em expandi-lo?

RAC - Junior : Por hora sim, mas talvez expandi-lo não seja uma má idéia (hehe), mas por enquanto nós dois mesmo estamos se dedicando ao trabalho.
Nan: Como o Junior disse, a princípio seremos nós dois mesmo, até porque começou como uma brincadeira dos dois, e nem pensávamos em mais nada alem disso. Talvez alguns convidados em alguns shows ou gravações.


RA - Como foi a construção do projeto?
RAC - Junior: Bom, sempre tivemos vontade de tocarmos juntos, até que em um sábado eu (Junior Lopes) estava na casa do Nan Torres, estávamos esperando a condução para irmos fazer uma apresentação em um barzinho em São Paulo com a Banda onde o Nan tocava bateria e eu estava fazendo uma participação tocando baixo nesse dia, nesse tempo então resolvemos gravar uma música sem nenhum ensaio ou programação, a música que gravamos na ocasião foi Wicked Game, gravamos e postamos na Internet e ficamos surpresos com o número de visualizações e com as criticas no vídeo, então começamos gravar outro e outro e hoje estamos aqui hehe.

Nan: Faz um tempão, desde que o Junior começou a tocar violão já brincávamos de fazer música ou inventar nossas versões. Era bem despretensioso mesmo, tanto que eu nunca imaginei que eu pudesse cantar, e que alguém iria gostar. O resto foi como o Junior disse hehe.

RA - Como é a participação da família no projeto, nas músicas? 
RAC - Junior : Nossa Família sempre foi muito unida e nos apoiaram em todos os projetos que fizemos até hoje e com a Rock Acoustic Concert não foi diferente, além de apoiar eles curtem e até dão idéias para o projeto.
Nan: Até porque também são obrigados a ouvir os ensaios e gravações hehe. Mas brincadeiras a parte, a nossa família é nosso alicerce, sem eles nos apoiando quando começamos na música, nos ajudando comprar instrumentos quando precisamos hehe, nos incentivando, estando la gritando por nós etc não estaríamos aqui dando essa entrevista.
Nan Torres/ Arquivo Pessoal
RA - Quais são as influências musicais de vocês?

RAC  - Junior: O proprio Nan torres que acabou me trazendo muita influencia, com isso uma das maiores influencias acaba sendo Ozzy Osbourne, mas ouvi bastante bandas como After Forever, Nightwish, Épica, Stratovarius, Helloween, Rhapsody no começo e que também escuto até hoje.
Nan: Apesar de eu ser MUITO fã de Ozzy e ouvir todo dia , minha maior influencia é Queen, tenho muitos álbuns deles, ouço direto e me influenciam até hoje. Mas também bandas como Angra, Iced Earth , Épica são bandas que me inspiram demais.

RA - Fora do projeto, o que cada um faz?
RAC - Junior: Eu trabalho como Coordenador de Artes e faço faculdade de Design Gráfico, também faço curso de Ilustração e toco Baixo em uma banda de Heavy/Trash Clássicos, o tempo é meio apertado mas tento conciliar tudo.

Nan: Eu acabo de me formar Bacharel em Ed. Física, e já dei inicio ao mestrado , trabalho nos Jogos da Cidade de prefeitura de São Paulo e toco bateria em outras bandas covers.
Junior Lopes/Arquivo Pessoal

RA - De todos os vídeos gravados, qual foi o que mais marcou o RAC?
RAC - Junior: Em minha opinião o Wicked Game, pois foi o primeiro e o que iniciou com tudo, além de ser o mais visualizado até hoje hehe.
Nan: Wicked Game com certeza

RA - Hoje, a grande maioria de bandas /músicos utilizam a internet e as redes sociais, para se promoverem e divulgar seus trabalhos, qual a opinião de vocês sobre isso?
RAC - Sem dúvida alguma a Internet é uma das melhores, se não a melhor, ferramenta para divulgação de qualquer material hoje em dia , acho excelente isso, se for usado da maneira correta você consegue em pouco tempo ter uma visibilidade sensacional.



RA - Vocês possuem músicas próprias? Qual é o tema delas?
RAC  - Junior: Temos algumas cartas na manga, até lançamos umas prévias na página, a Idéia é não parar de criar. Algumas delas são homenagens pra pessoas que foram importantes e de certa forma deixaram ou deixam lições para nós.

Nan: Eu tenho algumas letras de músicas escritas e o Junior já criou uns arranjos , e estamos trabalhando em cima delas. Os temas que costumo escrever são bem variados, são a essência de que estou vivendo naquele momento de uma forma bem subjetiva, para alcançar a todos que escutam, se identificarem.

RA – Quais são os planos para 2013/14 do RAC? Podemos contar com um show de vocês? 
RAC - Junior :Os planos são de conquistar cada vez mais espaço em diferentes mídias, divulgar mais e mais e claro,começar a pensar nas apresentações que ainda não ocorreram pelo nosso tempo, ou melhor, pela falta de tempo.

Nan: Conseguir mostrar cada vez mais nosso trabalho, receber mais apoios. Quanto a shows, só esperando alguém nos chamar heh


RA - Mensagem ao site e aos que seguem o projeto e os incentivam.
RAC - Junior: Ao Site queria agradecer muito mesmo pela força e oportunidade de falar um pouco sobre o que é o Rock Acoustic Concert e parabenizar também pela iniciativa de vocês, o RAC recomenda muito a todos conhecerem a Rock Alive Brasil.
E as pessoas que nos acompanham e nos ajudam também agradecer mesmo por toda força e apoio, e dizer que apesar de ser uma diversão para nós também procuramos sempre fazer o MELHOR para todos, O RAC só existe por causa da aprovação deles mesmo hehe.
Nan: agradecer de coração ao site pela oportunidade que estão nos dando para divulgar nosso trabalho e por acreditar em nós. E pra todos nossos amigos e fãs, continuem curtindo nossos vídeos, comentando e dando idéias. E Obrigado de verdade por fazer o RAC crescer cada vez mais. Keep on rockin.
Paz e Bem.


E aí curtiram? Sigam o Rock Acoustic Concert no Facebook. Assistam na íntegra o vídeo comentado por eles "Wicked Game".


See You Soon!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Rock Alive entrevista: Angels Holocaust

Fala galera, que acompanha o Rock Alive
Hoje, trouxemos a entrevista que a banda Angels Holocaust nos concedeu!

Confiram abaixo.
Angels Holocaust
RA - Quem é o Angels Holocaust?
AH - Rodrigo Cafundó: Primeiramente, obrigado ao Rock Alive pelo interesse no trabalho da banda e, o Angels Holocaust é uma banda de Heavy Metal de Itapetininga/SP, formada em 2009 e que hoje continua batalhando para registrar materiais de qualidade e apresentar shows repletos de energia e intensidade.

Nós nos divertimos muito fazendo música, gostamos de estar nos palcos, nas salas de ensaio, de gravação. Definitivamente, é a nossa paixão.
RA - Por que deram este nome a banda? Qual o significado dela para vocês?
AH - Bem, sou um grande fã do Iced Earth, e quanto eu decidi formar uma nova banda (estou no cenário desde 1997 e, em 2009 surge o Angels Holocaust), surgiu a possibilidade de utilizarmos esse nome. Porém, não é apenas pela influência do Iced Earth, mas sim pelo contexto lírico do nome, afinal, abordamos o Holocausto com o olhar extremamente crítico.

Agora, quando falamos do real significado da banda (pessoalmente), acredito que seja parte da minha existência. É o que sou na essência.

RA - A temática abordada por vocês é referente ao holocausto, na opinião de vocês como foi a reação do público?
AH - Sou um aficionado pela Segunda Guerra Mundial, leio e vejo muita coisa sobre o tema e, num determinado momento, senti que os horrores daquele período deveriam ser trazidos para o debate novamente. Muitos jovens desconhecem o que aconteceu e, achamos ser interessante abordar o tema. Com relação à reposta do público, ela foi e continua sendo altamente positiva! No Brasil e no exterior.
RA - Comentem sobre a produção do EP "Crystal Night", que ficou sob os cuidados de Edu Falaschi.
AH - Edu Falaschi é um dos melhores (senão o melhor), produtor de Metal no país. Ter a oportunidade de sermos produzidos por ele, nos fez entender, verdadeiramente, sobre todos os processos para o lançamento de um material de qualidade.

Além da experiência e competência do Edu, contamos também, com a competência de Brendan Duffey e Adriano Daga, ambos do Norcal Studios e que possuem vasta experiência na produção de diversos artistas, do Brasil e do mundo.
Enfim, estivemos rodeados de excelentes profissionais, fato que contribuiu para o resultado final do nosso mais recente trabalho, o EP Crystal Night.

RA - Quais foram as melhores experiências que a banda teve?
AH - Olha, como um músico do underground, os shows são sempre o ápice! Em 2010 fizemos mais de 60 shows no ano, passamos por diversas cidades, conquistamos amigos, respeito, e conseguimos criar uma boa base para o nosso nome.
Outro fato importante, diria marcante na nossa carreira, foi estar nas salas do Norcal Studios gravando o nosso som, sabe? Foi uma vitória estar lá, registrar nosso trabalho num estúdio profissional, contando com a produção do Edu Falaschi. Simplesmente, único!


RA - Como vocês conciliam a banda com as demais atividades do dia-a-dia?
Todos nós possuímos outras atividades. Infelizmente, não conseguimos sobreviver da música, mas não desistimos do sonho de levarmos a nossa mensagem para os quatro cantos do globo. Agora, com relação aos compromissos da banda, tentamos estar sempre prontos para os ensaios, shows, entrevistas e demais compromissos. Afinal, é o que mais gostamos de fazer, né? (risos).

RA - Quais são as influências musicais mais presente no Angels Holocaust?

AH - Ah, nossa banda possui uma diversidade de influências. Eu, por exemplo, sou fanático por Black Sabbath, Iron Maiden, Judas Priest, DIO e Iced Earth, Gabriel, o nosso baixista, é altamente influenciado por Dream Theater, Opeth e Geezer Butler , Rafael, guitarrista da banda possui uma pegada heavy/thrash inconfundível e, Antonio baterista do Angels Holocaust, é influenciado pelo Death.


Portanto, somos uma grande mistura de influências que, de certa forma, constituem o que fazemos nas composições da banda.
RA - Hoje, ainda existe certa dificuldade de bandas conseguirem locais para divulgar o som/trabalho. Vocês ainda encontram esse tipo de dificuldade? Chegaram a ficar sem local para se apresentarem antes de se tornarem conhecidos?

AH Bem, como dito anteriormente, somos uma banda do underground, rodamos todo o circuito fazendo shows e, para nós não há tempo ruim. Surgiu um festival? Estamos dentro!
Agora, a dificuldade para as apresentações existem para qualquer banda, infelizmente.
É frustrante quando não encontramos produtores interessados na qualidade do espetáculo, entende? Por diversas vezes encontramos locais sem estrutura alguma para a execução de um show de Metal, porém a participação do público compensa qualquer dificuldade. Que sejam 10 ou 10 mil, o Angels Holocaust apresentará seu set list com a energia e garra de sempre.




RA - O que podemos esperar do próximo trabalho da banda, intitulado "Pátria"?
AH - Podem esperar uma abordagem muito, mas muito crítica do nosso País. Existem alguns fatos marcantes que não são expostos com a veracidade que exigem.

Portanto, estamos aqui para incomodar, para instigar, contestar e claro, explanar sobre aspectos históricos que precisam vir à tona. Basicamente, “Pátria” abordará de forma crítica, as decisões que nos fizeram ser um povo que não é Nação.

Contestador e polêmico. Que assim, seja (risos).


RA - Quais são os planos do Angels Holocaust, para 2013?
AH - Estamos em fase de ambientação da nova formação. Atualmente, estamos trabalhando na formatação do novo set list e claro, estamos focados no conceito lírico do nosso próximo álbum, o “Pátria” que é um trabalho conceitual que demanda muita pesquisa e debates internos para que cheguemos ao resultado esperado pela banda.
Paralelamente, iniciamos a pré-produção das faixas e claro, estamos analisando as propostas para shows. Enfim, esperamos (desejamos) que 2013 seja repleto de compromissos, mas, adianto aqui, que 2014 é “o” ano para a banda. Pretendemos lançar o nosso debut álbum e excursionar por diferentes localidades do Brasil e (quem sabe) do mundo.
Obrigado a todos pela atenção e interesse no Angels Holocaust.
Em breve, teremos muitas novidades. Stay METAL!!!

Formação:
Rodrigo Cafundó - Vocal
Rafael Ranulfo - Guitarra
Gabriel Vieira - Baixo
Antonio Souza - Bateria.
E aí, curtiram a entrevista? Fiquem ligados que tem muito mais.
See You Soon!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

#Evento: IMCITA - Ocupa a Praça - 23.06

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Neste domingo, (23), na Praça Brasil, acontece o IMCITA - Integração dos Movimentos Culturais de Itaquera - que tem como objetivo revitalizar o espaço.

O evento contrará com a apresentação de várias bandas: Banda Gricerina, Engrenagem Urbana, África Mãe do Leão, Ossos de Marfim, Zabah Bush, entre outras.

Haverá também, exposição de artistas plásticos, graffiti, e a exibição do documentário: "Ritos de Rios e Ruas".

O evento é gratuito, e será iniciado às 15h.

Endereço: Praça Brasil - Praça Mãe Menininha do Gantois, s/n. Itaquera.

"IMCITA - Ocupa a Praça"

See You Soon

terça-feira, 18 de junho de 2013

Rock Acoustic Concert no Rock Alive

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Hoje, trago para vocês mais uma novidade para vocês, Rock Acoustic Concert. É o projeto dos primos Junior Lopes e Nan Torres, que vem ganhando milhares de acessos no Youtube com seus videos e mais de mil seguidores no Facebook!

Conheçam-os aqui!!



O Rock Acoustic Concert surgiu com o intuito de diversão, entre os primos Junior Lopes e Nan Torres, na qual tocavam suas músicas preferidas em “seus estilos”.
O projeto foi iniciado no começo de 2013, com a gravação em tons de brincadeira da música “Wicked Game” - enquanto esperavam dar o horário para uma apresentação em São Paulo - que hoje é o vídeo oficial.
As músicas são variadas, e o que predomina nos vídeos são os clássicos, como: Journey, Bon Jovi, Iced Earth, entre outros.







Formação



Nan Torres – Começou a entrar no mundo do rock aos 11 anos, influenciado pela sua irmã. No início queria tocar baixo, mas após ver John Boham fazendo um solo utilizando apenas umas das mãos, decidiu tocar bateria. Ganhou seu primeiro kit, aos 14 anos. Nan é autodidata, pois nunca fez curso de bateria, então passava horas ouvindo todos os cd’s do Queen e partir daí acompanhava os ritmos. Nas bandas em que esteve presente, tocou desde Nirvana até After Forever e hoje, vem se aventurando a cantar.






Junior Lopes – Começou a entrar no mundo do rock aos 13 anos, influenciado pelo seu primo e parceiro de banda Nan Torres. Apesar de o violão ser o primeiro instrumento ganho, suas primeiras aulas no ramo da música foram de teclado, logo depois ganhou sua primeira guitarra e então começou a ter aula de cordas, hoje em dia toca baixo também em uma banda de Trash/Heavy Clássicos em Piracicaba (Lost Hell). Fez participações em algumas apresentações com seu primo, e até estiveram em um projeto em uma banda de Viking Metal, porém acabou não tendo continuidade. Em bandas anteriores e alguns projetos acústicos já tocou de Bon Jovi até Amon Amarth.

 Release Rock Acoustic Concert

E então curtiram? Fiquem ligados que logo mais tem novidade!

See You Soon

terça-feira, 11 de junho de 2013

Angels Holocaust no Rock Alive

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!
Hoje, trago para vocês uma banda de metal brasileira, que conquistando muitos ouvidos por São Paulo, é a Angels Holocaust!

Confira abaixo o release da banda!

ANGELS HOLOCAUST

Release Oficial
Originada no ano de 2009 em Itapetininga/SP, fundada pelo vocalista Rodrigo Cafundó, o Angels Holocaust surge com a proposta de apresentar materiais de qualidade e expandir seu trabalho pelos quatro cantos do globo.

Temática
Em seus primeiros trabalhos, a banda optou por abordar temas históricos baseados no holocausto. A banda acredita que as atrocidades e inúmeras histórias daquele período deveriam ser expostas e amplamente debatidas.



Primeiro Single

AUSCHWITZ – Lançado em junho de 2009, o primeiro trabalho de estúdio da banda foi bem recebido pela mídia especializada e pelo público fã de Metal.

O trabalho rendeu ainda, a primeira premiação da banda que foi a grande vencedora do Primeiro Festival de Música Livre de Itapetininga na categoria “Rock Pesado”.

“Éramos apenas uma banda recém-criada e mesmo assim vencemos o festival! Isso nos encheu de orgulho, afinal, estávamos competindo com grandes nomes do Metal de nossa cidade natal”, completa Rodrigo.


Segundo Single

SOLDIERS OF DEATH – O segundo single do Angels Holocaust foi lançado em Outubro de 2009 e marca a fase final da primeira formação da banda.


Primeiro EP


Após as ótimas resenhas (e resposta do público), a banda decide alçar voos mais altos e anunciam, no início de 2010, que Edu Falaschi (Almah e ex-Angra) será o produtor do seu primeiro EP.

O Angels Holocaust confirma a parceria com o renomado produtor e define também, que o Norcal Studios de Brendan Duffey, será o local onde as duas faixas do trabalho seriam registradas.


“Comecei em 1997, sou um músico do underground e, de repente, estou numa sala do Norcal gravando as vozes sob orientação de Edu Falaschi. Foi como um sonho realizado”, comenta o vocalista.

Crystal Night

No início de 2011 o Angels Holocaust lança o tão aguardado EP, Crystal Night, gravado no Norcal Studios com a produção de Edu Falaschi.
A atenção da mídia e dos fãs de metal é intensa e o grupo alcança ótimos resultados com o lançamento do seu primeiro EP.

“A faixa título do EP ultrapassou a marca de mais de 20.000 visualizações no Canal Oficial da banda no YouTube e atingiu a incrível marca de mais de 6 milhões de jogadores no aplicativo Guitar Flash! Bem, é um excelente sinal de que a música foi bem aceita”, define Cafundó.
No EP de estreia, a banda apresentou as músicas “Crystal Night” e “SS The Truth Behind”.


Nova Formação

Desde o início dos trabalhos a banda sofreu várias alterações. Baixista, Guitarrista e Baterista originais deixaram a banda para trabalhar em novos projetos.
Em 2013 um dos membros fundadores da banda retorna ao grupo. Filipe Barrientos, guitarrista da banda desde 2009, reassume o posto e inicia uma nova era no Angels Holocaust. Ainda em 2013 a banda anuncia o nome do seu novo baterista, Antonio Souza, músico com passagens por bandas de Death Metal do cenário underground.

O Angels Holocaust se fortaleceu com as mudanças e agora anuncia sua mais nova formação com:

Rodrigo Cafundó - Vocalista
Filipe Barrientos - Guitarrista
Rafael Ranulfo - Guitarrista
Gabriel Vieira - Baixista
Antonio Souza - Baterista

“A nova formação é incrível! São ótimos músicos e pessoas excelentes. Acredito que finalmente encontramos a nossa melhor e mais forte formação. Estamos prontos”, afirma Rodrigo.

Novo Trabalho

Atualmente o Angels Holocaust trabalha no seu mais novo projeto, o álbum conceitual “Pátria”, que aborda a história do Brasil de forma crítica e muito intensa.
A banda encontra-se em fase de pré-produção do novo material.

Release Angels Holocaust

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See You Soon!
  

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Rock Alive entrevista: Constantine

Fala galera que acompanha o Rock Alive!
Recentemente publicamos aqui o release da banda paulista Constantine.

Hoje, trago para vocês a entrevista que a banda concedeu a nossa equipe, confiram:

CONSTANTINE



RA - Quem é a Constantine?

Constantine: Constantine é uma banda de Hard Rock, formada por 5 mulheres, que buscam viver da música e levar a verdade através das músicas, buscando sempre evolução e levando ao seu público, além das músicas próprias, versões e covers!

A Constantine tem como objetivo fazer muitos shows e aumentar cada vez mais seu público, que é seu combustível!

RA - Como surgiu a banda? E qual o significado do nome da banda para vocês?

Constantine: A banda surgiu da união entre amigas, que foram se conhecendo pela internet, até se juntarem no primeiro ensaio e ver que a química era forte! O nome vem do nosso lema “CONSTANTE EVOLUÇÃO” !



RA - Quais foram as melhores experiências e qual a aceitação do público?

Constantine: Todo show é uma nova experiência, cada casa que tocamos nos traz mais público. Há shows que marcaram mais, como por exemplo, um em Guarulhos, que a galera ficou na chuva o show todo, curtindo e cantando nosso som, e outro em Itaquera, tava lotada a casa, e nosso número de fãs aumentou muito.

Temos uma aceitação ótima, e isso é muito gratificante, ver uma pessoa voltando ao nosso show, cantando nossas músicas, isso não tem preço, só temos que agradecer a essa galera, afinal, sem eles, nada seria possível!

RA - Quem compõe as músicas?

Constantine: Na banda quem compões sou eu (Cíntia), a Mari, e a Lari agora ta iniciando também com suas composições, que com certeza vão dar muito certo!


RA - Hoje, ainda existe certa dificuldade de bandas conseguirem locais para tocar ou divulgar o som, vocês encontram esta dificuldade? Vocês chegaram a ficar sem locais para tocar antes de se tornarem conhecidos?


Constantine: Bom, a dificuldade sempre existe né, no começo, nós "camelamos" muito (rsrs), mesmo por quem não tínhamos músicas suficiente no repertório, então já era uma dificuldade, e mais, por ser uma banda de músicas próprias, só era possível tocar nessas casas onde a banda praticamente paga pra tocar, e isso nunca fomos a favor, afinal a banda investe em instrumentos, em estudos, em ensaios, e ainda tem que pagar?! Acho um abuso isso.

Hoje em dia, temos em nosso repertório covers e versões, sempre mantendo o Hard Rock!

Mas nossas músicas sempre são o foco, e tem dado certo, a galera cada vez mais cantando nossas músicas, é lindo! As casas têm aberto espaço sim para nós, e cada vez estamos alcançando mais espaço na cena to rock !



RA - Como conciliam as atividades do dia a dia com a banda, visto que ensaios, divulgação, shows e demais atividades tem sido intensas?

Constantine: Nós todas, temos a banda como foco nas nossas vidas, então fica fácil conciliar, já que nossa atividade do dia a dia é bem maleável e possibilita bem essa nossa dedicação, quase cem por cento à banda!

RA - Quais são os planos da Constantine, para 2013?

Constantine: Esse ano estamos com projeto de lançar músicas novas, talvez um novo single, antes de lançar um cd inteiro, e estamos na produção de mais um clipe.

Em breve todos poderão saber melhor, gostamos de um suspense, rsrsrs!



Queria aproveitar e agradecer ao Rock Alive Brasil, por essa entrevista, que nos possibilita mostrar um mais sobre a banda! Obrigada por apoiarem sempre essa cena, porque esse apoio é muito importante.

E também mandar um beijo especial a todos os fãs da Constantine, que sempre nos surpreendem, e dizem a eles mais uma vez: OBRIGADA. Sem vocês nada seria possível! Acompanhem nossa agenda de shows e novidades no site:



Membros da banda:

Cintia – Voz
Emily – Guitarras
 Mariana - Guitarras
Monalisa - Baixo
 Larissa – Bateria

E aí curtiram a entrevista com as meninas? Confiram na íntegra o videoclipe da música "Nas suas costas"!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Rock Alive entrevista: Sanctorium

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Hoje, trago para vocês a entrevista completa que fizemos a banda de Metal Sinfônico, da Rússia, Sanctorium.

SANCTORIUM

RA- A banda foi criada quando e por quem?

Sanctorium - Bem, banda foi fundada em 2005 pelo guitarrista Victor e o baterista Andrew. Eles já haviam tocado juntos e, depois de projeto anterior decidiram formar uma nova banda. Eu (Daria) juntei-me a banda em novembro, e eles fizeram em julho, talvez. O mais engraçado foi que verdade, eu comecei a cantar a sério desde setembro de 2005. No entanto eu fui aceita na banda, e eu ainda sou grata por isso.


Nos próximos anos, a banda substituiu mais de metade dos seus membros: guitarristas, baixistas, tecladistas. Os motivos eram tanto pessoal como profissional. E em 2009 os dois fundadores deixaram a banda também, mas com a permissão de usar músicas antigas. Assim, desde 2009 que eu posso dizer que eu era a nova fundadora.




RA- Qual é a influência mais importante da banda, outras bandas?

Sanctorium - Quanto a mim, eu gosto de música absolutamente diferente: ópera e clássico, metal sinfônico com vocal feminino, pop italiano (que eu adoro língua italiana), música sacra coral russo, trilhas sonoras, doom e doom gótico como Draconian, Slumber (Enshine e Atoma) , Helevorn, Lor3l3i e poderosas vozes femininas. No Conservatório, havia um monte de belas vozes, e eu tentei tirar alguma coisa para mim. Agora, uma das minhas bandas favoritas é Epica, eu gosto de estruturas musicais lá, textos, música, tudo. Então, por enquanto, é a principal fonte de inspiração para mim.

O compositor anterior ao Victor tinha sido inspirado por bandas como Therion, Lacrimosa, Paradise Lost, Blind Guardian. E agora a nossa música é escrita pelo guitarrista Alex. Ele inspira por doom metal, Dream Theater .. Também música diferente.





RA- Qual foi a impressão que tiveram do álbum "Alive", depois de pronto?

Sanctorium - É um single, não album! Honestamente, não estamos completamente satisfeitos com isso. O engenheiro que gravou o single, não tinha nenhuma experiência com teclado e instrumentos de orquestra, por isso não foi gravado no melhor nível, mas graças à masterização no estúdio finlandês Finnvox único soa bastante bem. Claro, no álbum haverá versão re-registro desta canção.


RA- Quando vocês montaram a banda, tinham idéia de onde os shows iriam acontecer?

Sanctorium - Estou bastante ambicioso, por isso para a minha banda eu faço tudo o que está ao meu alcance. Tivemos um problema com os membros: algumas pessoas mudaram, e parecia interminável processo, assim por um longo tempo, não poderia surgir a equipe inteira. Quando há alguém novo em uma banda, temos que tocar juntos algum tempo, as canções velhas novamente. Um ano e meio, só treinamos novos membros, os antigos estavam saindo e em seus lugares vieram outras pessoas.

Naquela época estávamos em um lugar sem qualquer progresso. Agora eu espero que as pessoas na banda com a qual podemos seguir em frente. Meu sonho é ir para outros países com a nossa música, porque na Rússia não é tão popular. Tivemos alguns concertos realmente grandes com Sirenia, Xandria, onde eram realmente um monte de gente, mas queremos mais!

RA- Como a aceitação do público ?

Sanctorium - Sobre a popularidade que eu não sei, porque aqui ferramentas de relações públicas e da capacidade de promover uma banda estão envolvidos. Eu estou tentando fazer o máximo que eu puder nela. Nós ainda não tínhamos recitais, para quantidade de pessoas em nossos shows depende do nível desses grupos com quem estamos tocando juntos.

Agora, por exemplo, tivemos um concerto com o Xandria, então havia um monte de gente.

Duas semanas antes disso, tivemos um concerto em Moscou, onde o público era muito menor. Eu acho que com o lançamento do nosso álbum que vai chegar a um novo nível, e em nossos shows, haverá muito mais pessoas.


RA- De um modo geral, as músicas são compostas por quem?

Sanctorium - O primeiro compositor foi guitarrista Victor, agora é guitarrista Alex. Outros membros podem mudar alguma coisa em suas partes em material novo, mas todas as principais idéias de músicas próprias para Alex.

RA- Vocês já tiveram (ou ainda tem) dificuldades de encontrar lugares (casa de shows de rock, bares, pubs) para se apresentarem?

Sanctorium - Até 2009, não tinha esse problema. Nós até tivemos que recusar alguns concertos, porque havia realmente um monte deles. Nos dias de hoje é um pouco mais difícil, porque um monte de promotores pararam de fazê-los, e os principais promotores preferem fazer shows para bandas estrangeiras. Temos shows agora, mas em clubes e pubs menores.


RA- Qual foi o sentimento que tiveram ao dividir o mesmo palco com Sirenia?

Sanctorium - Acho que foi o melhor show que eu já fiz. Antes do show eu estava muito nervosa, porque o clube estava cheio de gente e para nós foi a primeira experiência de um grande concerto. Mas após a primeira música que eu cantei fiquei relaxada, porque estava tudo muito bem: o som, as pessoas, a unidade. Eu sempre me lembro daquele concerto com nostalgia.



RA- Qual é o significado de Sanctorium para você?

Sanctorium - Para mim é mais do que apenas um hobby ou uma união de pessoas com interesses semelhantes. Sanctorium é como uma segunda família para mim. Pessoas vêm e vão, e aqueles que permanecem, na minha opinião, apenas os que deveriam estar aqui. Talvez eu tenha um personagem difícil em termos dos requisitos para a banda, mas para mim essa banda significa muito, e eu não consigo me imaginar sem ela.

Eu estou fazendo aqui quase tudo: relações públicas, atividades organizacionais, o processo criativo, o trabalho com os estúdios, promotores, etc E eu espero que, graças a nossos esforços conjuntos, sejamos capazes de chegar a um nível mais elevado, para sair fora St. Petersburg, viajar para a Europa. Inicialmente focada em metal europeu.

RA- Como está em turnê programação para 2013? Quando você vem para o Brasil para fazer shows?

Sanctorium - Bem, mais da metada do ano está quase acabando. Nós tivemos quatro concertos desde janeiro, e dois concertos estão nos planos. Estamos abertos para os promotores, por isso estamos prontos para ir em todos os lugares que vamos sendo convidados. Ouvi dizer que no Brasil há um grande público louco e atenciosos, então eu não posso esperar para vê-lo pelos meus olhos!



Versão em inglês:

RA- The band was created when and by whom?

Sanctorium - Well, band was founded in 2005 by guitarist Victor and drummer Andrew. They had been already played together, and after previous project decided to form a new band. I (Daria) have joined to band in November, and guys have made it in July, maybe. The funniest thing was that fact, that I've started to sing seriously since September 2005, maybe) Nevertheless I was accepted into band, and I'm still grateful for that.

In the next several years, the band replaced more than half of its members: guitarists, bassists, keyboardists. The reasons were both personal and professional. And in 2009 both founders left the band too, but with the permission to use old songs. So since 2009 I can say that I was a new founder.

RA- What is the most significant influence of the band, other bands?

Sanctorium - As for me, I like absolutely different music: opera and classic, symphonic metal with female vocal, italian pop (I adore italian language), sacred russian choir music, soundtracks, doom and gothic doom like Draconian, Slumber (Enshine and Atoma), Helevorn, Lor3l3i, and powerful female voices. In Conservatory there were a lot of beautiful voices, and I've tried to take something for me. Now the one of my favourite band is Epica, I like song structures there, texts, music, all. So for now it is the main source of inspiration for me.

Previous composer Victor had been inspired by bands like Therion, Lacrimosa, Paradise Lost, Blind Guardian. And now our music is written by guitarist Alex. He inspires by doom metal, Dream Theater.. Also different music.

RA- What was the impression we had of the album "Alive", after being ready?

Sanctorium - It's single, not album) Honestly, we are not completely satisfied by it.  The engineer who recorded the single, had no experience with keys and orchestral instruments, so it was not recorded at the best level, but thanks to the mastering on the Finnish studio Finnvox single sounds enough good. Sure, at album there will be re-record version of this song.

RA- When you set up the band, had no idea where the show would take place?

Sanctorium - I'm enough ambitious, so for my band I make all that's in my power. We had a problem with members: some people changed, and it seemed like endless process, so for a long time we could not emerge whole team together. When there is somebody new in a band, we have to play together some time, again old songs. Year and a half, we only trained new members, they were leaving and at their place came other people. In that time we were standing on one place without any progress.

Now I hope we have people in the band with whom we can to move forward. My dream is to go to other countries with our music, because in Russia it's not so popular. We had a few really big concerts with Sirenia, Xandria, where were really a lot of people, but we want more!

RA- As public acceptance¿

Sanctorium - About the popularity I do not know, because here public relations tools and the ability to promote a band are involved. I'm trying to make as much as I can in it. We still had not recitals, so amount of people on our concerts depends on the level of those groups with whom we are playing together.

Now, for example, we had a concert with the Xandria, so there were a lot of people. Two weeks before that, we had a concert in Moscow, where the audience was much smaller. I think that with the release of our album we will reach a new level, and on our concerts there will be much more people.

RA- In general, the songs are composed by whom?

Sanctorium - The first composer was guitarist Victor, now it's guitarist Alex. Other members can change something in their parties in new material, but all main ideas of songs own to Alex.

RA- You have had (or still have) difficulty of finding places (house concerts, rock bars, pubs) to submit?

Sanctorium - Till 2009 we had not this problem at all. We even had to refuse some concerts, because there were really a lot of them. Nowdays it's a little bit harder, because a lot of promoters stopped doing it, and major promoters prefer to make concerts for foreign bands. We have concerts now, but in smaller clubs and pubs. At last time some promoters wanna money for a good concerts, but I think it's absolutely unacceptably for us and bad trend at all.

RA- What was the feeling I had to share the same stage with Sirenia?

Sanctorium - I think it was the best concert we've ever had. Before concert I was very nervous, because a club was full of people and for us it was the first experience of sooo big concert. But after first song I've relaxed, because all was pretty well: sound, people, drive. I always remember that concert with nostalgia.

RA- What is the meaning of Sanctorium for you?

Sanctorium - For me it's more than just a hobby or a union of like-minded people. Sanctorium is like a second family for me. People have come and gone, and those who remain, in my opinion, just the ones who should be here. Maybe I have a difficult character in terms of the requirements to the band, but for me this band means a lot, and I can not imagine myself without it.

I'm doing here almost everything: public relations, organizational activities, the creative process, work with the studios, promoters, etc. And I hope that thanks to our joint efforts we will be able to reach a higher level, to break out beyond St. Petersburg, travel to Europe. We initially focused to European metal.

RA- How's touring schedule for 2013? When you come to Brazil to do shows?

Sanctorium - Well, half an year is almost gone) We had 4 concerts since January, and 2 concerts are in plans. We are opened for promoters, so we are ready to go everywhere we'll been invited! I've heard that in Brazil there are very thankful and crazy audience, so I can't wait to see it by my eyes!


Membros da banda:

Daria Zhukova (Eirene) – Vocais
Ivan Cornienko – Gutural
Alexey Sherbak – Guitarras
Alexandr Mutin – Guitarras
Olga Gavrilova – Teclado
Ilya Wilks – Baixo
Evgeniy Nosov – Bateria

E aí curtiram a entrevista? Assistam na íntegra ao videoclipe da banda: Exiled Angel