quinta-feira, 24 de julho de 2014

Prof. Ariel Coelho no 13º Congresso da FORL

Fala galera, que acompanha o Rock Alive Brasil!!!

Trouxemos mais uma novidade do vocal coach Ariel Coelho:


Finalmente, após 18 anos de dedicação aos estudos das técnicas vocais aplicadas ao rock em todas as suas vertentes, o Ariel Coelho (membro da Associação Brasileira de Canto - ABC, da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia - SBFa, da The Voice Foundation - TVF, coordenador do Curso Livre de Técnica Vocal Aplicada ao Rock e do Instituto ROCK VOICE) se torna o primeiro professor de técnica vocal rock do Brasil a participar como congressista de um dos mais importantes eventos de ciência vocal em território nacional. 
Trata-se do 13º Congresso da FORL (Fundação Otorrinolaringologia) e o tema escolhido foi a problemática dos drives vocais, sendo que todos os trabalhos apresentados nesta edição do evento terão seus resumos publicados na International Archives Of Otolaringology, trazendo uma maior visibilidade aos autores por meio de indexações e publicações online e divulgações em instituições nacionais e internacionais como Harvad, Oxford e Cambridge.

A apresentação será no dia 15 de agosto, às 9h20, no Centro de Convenções de Goiânia (Sala Itiquira) - Goiânia/GO.


Para maiores informações sobre o prof. Ariel Coelho, entrar em contato com: Mariana Lima - Assessoria de imprensa- (11)98843-1320 ou mariana_limas@outlook.com 

See You Soon!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Vá em paz, mestre Winter

Fala galera, que acompanha o Rock Alive Brasil!!!

Infelizmente nessa quarta-feira (16) os fãs da boa música tomaram uma porrada na cara ao lerem que o lendário guitarrista Johnny Winter faleceu aos 70 anos. E acredito que muitos de nós, fãs brasileiros, ficamos mais tristes ainda, pois dia 12 de outubro, o mestre albino da guitarra iria fazer um concerto em São Paulo, e seria a segunda apresentação da lenda em território nacional.

Com a tristeza que cerca a todos os fãs da boa música, eu [Bruno Barni] e o site Rock Alive Brasil prestaremos uma pequena homenagem ao músico indicando alguns trabalhos de Winter, disponíveis no youtube.

JOHNNY WINTER, MUITO OBRIGADO POR SUAS MÚSICAS TEREM EMBALADOS HORAS E HORAS DE PRAZER E ALEGRIA. VÁ EM PAZ, MESTRE.

Mini especial Johnny Winter

Bom, Johnny Winter tinha uma discografia muito extensa, então para vocês leitores poderem se organizar melhor, o site allmusic.com tem catalogado todos os discos do guitarrista.


Infelizmente não poderemos ver o Texano albino em ação, então vale muito a pena assistir essa apresentação do cara, ocorrida em Toronto (Canadá) em 1983. Saquem só o quão habilidoso era o cara com a guitarra.

A faixa abaixo é de um dos meus discos preferido do Johnny Winter, no qual ele toca com seu irmão Edgar. Para minha tristeza não encontrei o disco na íntegra no youtube. Mas para quem nunca escutou esse disco, compensa dar uma conferida no “Together – Live” (76).


O “Second Winter” é o segundo trabalho que o guitarrista lançou pelo selo da Columbia Records. Altamente recomendado para quem nunca escutou nada do cara.


Outro grande trabalho do Winter (que também é um dos meus favoritos) é o fantástico The Progressive Blues Experiment”, de 1969. Escute-o BEM ALTO!

Espero que vocês tenham curtido essa pequena homenagem ao grande Johnny Winter. Agora, somente nos resta colocar um disco do músico para tocar na áltura máxima e nós deliciarmos.

See You Soon!!!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Rock Alive Brasil - Especial Dia Mundial do Rock - Dani Nolden

Fala galera, que acompanha o Rock Alive Brasil!

Em comemoração ao dia (mês) Mundial do Rock, trouxemos um bate-papo com a Dani Nolden, vocalista da banda ShadowsideConfiram!!!

R.A. Quem é a Dani Nolden?

Dani Nolden: Uma sonhadora - ou maluca, como você preferir (risos), amante de animais e de livros, que não sabe viver sem música.

Foto/Iana Domingos
R.A. Como foi ser entrevistada pelo jornal Le Monde?

Dani Nolden: Foi interessante! Na verdade, diferente. Foi um momento onde foram discutidos assuntos diferentes da música, como os protestos que aconteceram no país, prós e contras da Copa do Mundo, política e as prioridades do Brasil.

Porém, ao mesmo tempo, isso não é muito diferente do que nós e várias outras bandas de Metal acabamos expressando nas letras. Foi como elaborar os assuntos que às vezes são abordados nas nossas músicas.

Foi uma experiência boa!

R.A. Na sua opinião, ainda há preconceito com mulheres no vocal em bandas do cenário metal?

Dani Nolden: Não, nenhum! Não acho que a minha geração saiba o que é preconceito com mulheres na música. Nunca fui desrespeitada por ser mulher. No início da carreira eu usava roupas coloridas e o pessoal gritava “paquita” ou “spice girl” (risos). Porém tudo isso encerrava no momento que o som começava, então acho que o público não se importa nem um pouco com quem ou o que está fazendo o som em cima do palco.

Tanto faz ser homem ou mulher, o que os fãs querem é música boa, o que as gravadoras querem é banda que venda álbuns e o que os organizadores de shows querem é banda que leve público aos shows. Existem alguns poucos que dizem que não gostam de vocal feminino, mas eu sinceramente acho que é uma questão de gosto… essas pessoas dizem isso porque nunca ouviram algo que as agrade.

Porém com a quantidade de mulheres se envolvendo com bandas atualmente, é uma questão de tempo para que essas poucas pessoas escutem algo que as faça mudar de ideia. Algumas pessoas já disseram que mudaram de ideia ao ouvir Shadowside, outras ao ouvir Arch Enemy, por exemplo. Ninguém deixa de escutar música interessante por causa do gênero de quem a está fazendo.

Foto/Bia Souza
R.A. Como vem sendo o trabalho da Shadowside desde o lançamento até hoje? Houve algum tipo de alteração?

Dani Nolden: Claro, é natural ter alteração, evolução, precisamos crescer, buscar novos desafios, coisas interessantes tanto para nós quanto para os fãs… se tivéssemos que fazer a mesma coisa desde o lançamento, creio que seria melhor lançar só um álbum e deixá-lo eternizado (risos). Algumas mudanças são saudáveis, desde que não se deixe de lado a identidade e o que você realmente gosta de fazer.


Nós ficamos mais pesados, mais maduros e encontramos o equilíbrio que não havia no início. Primeiro tínhamos muitos excessos, depois ficamos crus demais, e hoje encontramos o meio termo entre fazer música direta e nos divertirmos como músicos, fazendo coisas que são interessantes tecnicamente de tocar e cantar.

R.A. Qual foi a sensação de fazer a abertura dos shows do Shaman, Nightwish, Primal Fear no início da Shadowside?

Dani Nolden: Cada uma dessas apresentações foram aprendizados, pois estávamos começando na época, completamente inexperientes. Estudávamos em todas as oportunidades que tínhamos de tocar com essas bandas, observávamos como elas se estruturavam, o que elas faziam para tornar a vida na estrada mais fácil e o show melhor.

Aplicávamos tudo que podíamos para o show seguinte e começamos a crescer. É fundamental para o crescimento de qualquer banda estudar outros artistas e entender o que eles estão fazendo que funciona! 

R.A. Qual foi a melhor experiência que já teve na banda?

Dani Nolden: O público é sempre a melhor experiência. Tivemos a oportunidade de tocar em 31 países, contando com o Brasil, e escutar as ideias dos seus fãs, das pessoas que acabam de conhecer o trabalho ou daquelas que nos seguem há anos, ver as reações em diferentes partes do mundo… isso é a melhor parte de ter uma banda depois da música em si!

Foto/Portal Inferno
R.A. Hoje, o surgimento de novas bandas de rock e metal vem crescendo muito no Brasil, na sua opinião os (as) vocalistas dessas bandas estão preparadas musicalmente para isso?

Dani Nolden: Não acho que alguém que não está preparado musicalmente cresceria. Posso gostar ou não do trabalho de alguém, porém tenho certeza que todas as bandas que estão se destacando tem músicos que tem pleno domínio dos seus instrumentos e sabem exatamente como fazer para executar aquilo a que se propõem.

R.A. Quais são os planejamentos da banda para 2014?

Dani Nolden: 2014 será um ano curto por causa da Copa do Mundo. Porém, faremos mais alguns shows antes de encerrar o ciclo do “Inner Monster Out” e então entraremos em estúdio para compor novo material. Nós começamos escrevendo músicas novas individualmente, e depois nos juntamos como banda e mudamos tudo (risos). Sem dúvida virá material bem intenso e pesado!

Divulgação Shadowside/Facebook
E aí curtiram o bate-papo? Então conheçam melhor a Dani Nolden e a Shadowside!

Site Oficial: http://www.shadowside.ws
Youtube: https://www.youtube.com/user/ShadowsidePress7
Myspace: https://myspace.com/shadowsideband


See You Soon!!!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Rock Alive entrevista: Helio Lima do HL Arguments

Fala galera, que acompanha o Rock Alive Brasil!!!

Hoje, o Rock Alive tem o prazer de publicar a entrevista com com Helio Lima, vocalista, compositor e guitarrista da banda HL Arguments. Dentro do nosso bate-papo, Helio falou sobre a cena alternativa brasileira, projetos, carreira e claro, sobre a arte de fazer música.

Divulgação/Evento

Antes da entrevista nós do Rock Alive Brasil queremos convidar à todos nossos leitores sobre o festival de música independente que ocorrerá neste sábado(12) às 19h!

Vejam as informações abaixo:

FESTIVAL POTÊNCIA INDEPENDENTE com as bandas HL Arguments, Voz em DóBanda Ruver, Alaska e S.O.F no  Feeling Music Bar, localizado na Rua Domingo de Morais, 1.739 - São Paulo - SP.




Confiram abaixo a entrevista na íntegra, feita pela nosso colaborador Bruno Barni!!!

RA - Como surgiu a ideia de formar uma banda cuja proposta musical é muito mais concreta e elaborada do que se vê atualmente na cena musical brasileira?

HL - Eu nem me lembro de um estado onde eu não estivesse envolvido com música de alguma maneira. Desde muito cedo, meus pais sempre foram muito musicais. Com isso, já tive muitas bandas para chegar ao que propomos hoje, foi simplesmente acontecendo.

RA - Então até chegar à sonoridade proposta hoje pelo HL Arguments, ao longo de seus projetos musicais, quais tipos e som você experimentava nas bandas pela qual passou?

HL - Sempre tive a sorte de trabalhar com músicos espetaculares. Setsuo Kaedei e Rodd Mavorte (Flat'n Sharp) são músicos incríveis. André Padetti (um guitarrista e flautista) do qual trabalhei entre 2003 e 2005, também foi uma fonte imensa de inspiração. E a HL Arguments aconteceu depois de um hiato do Flat'n Sharp, que trazia uma sonoridade mais folk.

Eu queria explorar algo mais roqueiro, com algum flerte na eletrônica... e surgiu as novas parcerias com Fernando Silvestre (guitarra) Marcos Cesar (bateria) da HL. Todos esses músicos gostam de coisas distintas que vão desde o folk à eletrônica, passando pelo rock britânico e nacional. A junção disso tudo, traz a nossa proposta.

Divulgação/HL Arguments
RA - Escutando o disco "HL Arguments II" deu para perceber essa variação de sonoridade entre o folk, até uns riffs mais pesados e passando por alguns solos de guitarra que lembram bandas noventistas como o Sugar. No caso, quais bandas inspiram vocês?

HL - Queen, Radiohead, Broken Social Scene e artistas como Richie Havens fazem parte do meu núcleo. E os demais gostam de muita coisa, varia de Oasis, Metallica, Pearl Jam e Flat'n Sharp!

Você conhece Flat'n Sharp? Deveria!!! (risos)

RA - Helio, qual é a dificuldade que uma banda independente encontra no Brasil? Vocês têm dificuldades em expor seu trabalho mesmo tendo a internet como aliada?

HL - Eu odeio reclamações cara. A dificuldade que for na vida é superada por trabalho. Vejo bandas pedindo dinheiro aos fãs para gravar discos? Hoje, com um pouco de estudo, você produz seu disco, faz seu marketing, amplia parcerias. Ter banda não é subir no palco e fazer o máximo de barulho possível, se achando os "fodões".

Você precisa trabalhar muito, não pensar em dinheiro e não pensar em sucesso. Você quer notoriedade ou quer fazer uma música que você se orgulhe? Aliás, o assunto música é inexistente nessas bandas, muita foto, muita produção, muito barulho, e pouca música boa.

RA - No caso, as bandas têm essa obsessão de fazer sucesso a qualquer custo, sempre visando seus "15 minutos de fama”. Qual sua percepção sobre esses programas que querem encontrar os 'novos talentos da música'?

HL - Tudo muito mecânico e forçado. Os que focam em cantores, é até uma boa, isso é meio tradicional. Sempre queremos parar para ouvir alguém com uma bela voz, entregar uma bela canção. Agora esses mais novos, que buscam uma banda, eu acho bem forçado.

RA - Uma coisa que fiquei curioso, os discos da banda chegaram a ter uma edição física ou só edição digital?

HL - física e digital. Tanto é que sempre fazemos shows na Fnac, Saraiva, Livraria Cultura, justamente para promover esses álbuns.

RA - Você comentou dos shows que a banda faz em livrarias para promover o trabalho do grupo. Nesse tempo de existência da banda, você notou um aumento nos fãs da banda?

HL - Sim... demais. O tempo vai passando e naturalmente, amigo chama amigo para os shows, as inserções na internet ajudam muito, as movimentações, tudo é importante. Sim, estamos bem contentes com a aceitação do nosso público e de novos fãs.

RA - Com esses fãs presentes em vários shows da banda, há pedido de determinadas músicas da parte do público para o grupo?

HL - Sim! Tomorrow (Flat'n Sharp) é muito pedida. Já da HL Arguments, "New Direction" é bem comemorada. E para nossa total surpresa, "Keepsake", que por sinal, nem me lembro se tocamos ao vivo... eu acho que não! (Risos). É complicado fazer um show sem "Hook" e "Fixing My Words"...

Divulgação/HL Arguments
RA - E como vocês (a banda) fazem para criar o setlist? Vocês chegam a tocar covers ou só as composições próprias?

HL - Marcos e Fernando sempre tentam trazer alguns covers. Eu tenho problemas em ceder o espaço de nosso show para uma música que não seja nossa. Eu acho que, se uma pessoa vai ao nosso show, ela quer ouvir nossas canções.

Já tocamos alguns, mas pessoalmente, eu não curto muito não.


RA - Já no quesito de composição de letras e arranjos musicais, como funciona o processo criativo da banda?

HL - De múltiplas maneiras. O primeiro álbum foram composições que eu queria gravar e precisavam de envolvimento dos demais. No segundo, há o núcleo do Fernando e o meu. A Amanda trouxe "Red", o Wesley e o Marcos participam de todas as músicas, dando suas respectivas contribuições. Agora para novas músicas (como Trust Me) que tocamos somente uma vez, a composição foi ao vivo, no estúdio, com a participação de todos presentes e atuando na hora. Foi bem legal.

RA - Qual foi o motivo do grupo preferir em gravar músicas em inglês?

HL - Também foi natural. Nunca falamos muito disso. E agora para o próximo álbum, estou trazendo musicas em português. Elas são boas e agora estão prontas para estarem nos shows.

RA - Mas na hora de vocês comporem músicas em inglês - vocês fazem ela em português e depois traduzem ou já compõem direto em inglês?

HL - Direto em inglês. Nem penso muito em tradução. Sonoridade é sempre mais importante. E, se uma música fizer sentido pra você, ela pode estar no idioma que for, ela vai te tocar.

RA - Uma curiosidade: qual é o significado do nome da banda e como ele foi criado?

HL - Era pra ser um "trampo solo" e virou uma banda. Depois que o Flat'n Sharp entrou em hiato, eu queria tocar e gravar. Ficou HL Arguments que são as iniciais de meu nome. Mas eu gosto de pensar que acharemos significados para as iniciais, porque a banda hoje é a junção dos 5. Não vejo como prosseguir sem esse grupo.

RA - Quais são seus próximos projetos, tanto solo como com o HL Arguments?

HL - Vou gravar um álbum com músicas eletrônicas. Talvez um pós rock. gostei dessa expressão que não faço a menor ideia do que signifique (Risos). Mas quero e vou lançar algo solo mesmo, sem esses talentosos parceiros. Esse é o grande desafio. E com a HL Arguments, estamos interessados na organização de shows com bandas parceiras. O primeiro deles será dia 12/07 quando gravaremos um DVD do nosso show. Então, estamos bem atarefados.

RA - Poderíamos dizer que você é um artista compulsivo? (Risos)

HL - Poxa, vemos tantos ídolos nossos com 60, 70 anos, tocando e fazendo shows com tanto tesão. Esses caras precisam de grana? Não! Fazem porque amam aquilo. É uma droga. Mexeu com música, você não vive mais sem. Quem mexe com "isso", sabe como é!

RA - Bom, o Rock Alive Brasil gostaria de agradecer e muito por essa ótima entrevista e esperamos novidades do HL Arguments!

HL - Eu que agradeço. Esperamos sempre lançar algo que realmente mereça o espaço. Abraço forte e estejam conosco dia 12.
Divulgação/HL Arguments
E aí, curtiram? Saibam um pouco mais sobre a banda e acessem suas Redes!
Soundclound: https://soundcloud.com/hl-arguments

See You Soon!!!

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Ariel Coelho realiza Workshop de Drives Vocais em São Paulo

Fala galera, que acompanha o Rock Alive Brasil!

No próximo dia 26.07, o Prof. Ariel Coelho fará o Workshop de Drives Vocais, em São Paulo, das 16h às 18h.


Divulgação/Curso Livre de Técnica Vocal Aplicada ai Rock

O evento será realizado no Ninrod Técnica Vocal Definitiva - Rua Nelson Fernandes, 423 - Cidade Vargas - Jabaquara (próx. a estação Jabaquara do metrô e terminal de rodoviário).

Serão oferecidas apenas 30 vagas.

Valores

R$100,00 (até o dia 10.07)
R$130,00 (até o dia 20.07)
R$150,00 (do dia 21.07 em diante)

Os pagamentos deverão ser realizados por meio de depósito bancário:

Banco do Brasil (BB)
Agência: 1808-2
Conta corrente: 24368-X

Os comprovantes de depósito deverão ser encaminhados para: financeiro@arielcoelho.com.br para podermos reservar as vagas!!
 

Sobre o workshop:

Despontando no cenário nacional, o Prof. Ariel Coelho – que acaba de completar 23 anos de carreira – é membro da Associação Brasileira de Canto (ABC), da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) e da Fundação Ibero-Americana de Pesquisas da Voz Cantada e Falada (FIVCH), além de coordenar o Curso Livre de Técnica Vocal Aplicada ao Rock e o ROCK VOICE é também vocalista das bandas CODA Classic Rock e Brazilian Pink Floyd. 

Divulgação/Ariel Coelho
Ocorre que como resposta a uma enorme lacuna na pedagogia vocal brasileira, desde 1996 o Prof. Ariel Coelho vem direcionando gradativamente todos os seus esforços didático-pedagógicos para uma verdadeira e sólida sistematização teórico-metodológica em Técnica Vocal Aplicada ao Rock.

E, nesse sentido, idealizou e criou o único curso no mundo cujo corpo teórico-metodológico foi desenvolvido especificamente para o canto rocker, com todas as suas exigências estético-musicais, com as respectivas peculiaridades técnico-vocais.

E é neste contexto que se encontram os chamados drives vocais, que não são senão efeitos técnico-vocais, tanto quanto os vibratos, os melismas, as appoggiaturas, os yodels, os scat vocals, etc., sendo que eles se caracterizam pela quebra da frequência fundamental da voz (efeito de distorção sonora).

Mas embora presentes em diversas manifestações culturais humanas (berço antropológico legítimo do canto popular), na prática eles sempre foram vistos pelos setores mais conservadores da educação vocal como sinônimo de técnica vocal inadequada e, de resto, altamente prejudicial à saúde da voz.

Contudo, as Ciências da Voz fizeram diversos avanços importantes nas últimas décadas, desmistificando muitos conceitos retrógrados acerca da produção da voz, colocando à pedagogia vocal o desafio de sistematizar o processo de ensino-aprendizagem dos drives enquanto legítimos efeitos vocais (leia-se: práticas vocais sustentadas cientificamente). Noutros termos, uma pedagogia vocal realmente comprometida com o canto rocker (bem como com os avanços científicos em voz profissional cantada), tem que dar conta de instrumentalizar todo e qualquer vocalista que deseje usar os drives de modo tecnicamente adequado.


E aí curtiu? Então vem com a gente conhecer mais sobre essa técnica!

See You Soon!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Dia Mundial do Rock - Almah e Noturnall tocam neste sábado no Aquarius Rock Bar

Fala galera, que acompanha o Rock Alive Brasil!!!

Em comemoração ao dia Mundial do Rock, as bandas as bandas Almah e Noturnall estarão no Aquarius Rock Bar, no dia 12 de julho!
Participação das bandas: Republica e Rexor lançando seu cd “Powered Hearts”.

A CASA: Atualmente a maior casa de ROCK de São Paulo, o Aquarius tem uma ampla estrutura coberta e descoberta, estacionamento, sala de jogos e um palco espaçoso para você curtir sempre as melhores bandas de ROCK.

Divulgação/Aquarius Rock Bar
Atenção!
O primeiro lote de ingressos já está esgotado.

Abaixo segue os valores: 2º LOTE R$ 30,00

Os ingressos estão a venda pelo site do Ingresso OnLine: https://ticketbrasil.com.br/show/almah-noturnall-sp/

Os portões abrem às 22h!

Para mais informações acessem:

Como chegar: O Aquarius Rock Bar está localizado na Rua Iososuke Okaue, 40 – Itaquera – Travessa da Av. Nova Trabalhadores Jacu Pêssego (Rodo Anel), na altura do número 1.600 em frente ao Aquário de Itaquera e o Habbi’s. Quem estiver de CARRO, venha pelo acesso da Av. Jacu Pêssego.


COMO CHEGAR DE TRANSPORTE PÚBLICO

Vindo do CENTRO: Metrô linha vermelha, sentido Itaquera, descer em Itaquera e pegar o ônibus Jd. São Francisco, ou qualquer lotação que vá pela Av. Jacu Pêssego, pedir pra descer no ponto do Habbis da Jacu Pêssego em frente ao Aquário (15 min).

Vindo de STO. ANDRÉ / SÃO MATEUS: Pegar ônibus Term. A.E Carvalho ou Term. São Miguel que sai do Term. São Mateus e vai pela Ragueb chohfi, ou qualquer ônibus/Lotação que vá pela Av. Jacu Pêssego e pedir para descer no ponto do Habbi’s da Av. Jacu Pêssego em frente ao Aquário (13 min).

Vindo da CID. TIRADENTES / GUAIANAZES: Pegar ônibus Term. Pq Dom Pedro ou qualquer ônibus/Lotação que vá pela Av. Jacu Pêssego e pedir pra descer em no ponto do Habbis da Jacu Pêssego em frente ao Aquário (16 min).

Vindo de ITAQUERA: Pegar qualquer ônibus / lotação que passe em frente ao Aquário e o Habbis da Av. Jacu Pêssego e descer nesse ponto.

OBS: O Habbi’s fica de esquina com um posto de gasolina, essa é a Rua Iososuke Okaue o Aquarius Rock Bar fica no Numero 40. 

E aí galera, quem vai curtirNos vemos lá!

See You Soon!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Instincted participará do programa Decibéis

Fala galera, que acompanha o Rock Alive Brasil!
Neste domingo (6), a banda paulista Instincted gravará o programa Decibéis!

A banda que recentemente nos concedeu entrevista aqui no portal, vai falar sobre a produção do novo cd, as novas composições, shows, e muito mais!!

Então se você é fã da banda, mande sua pergunta via Facebook - facebook/BlogRockAlive ou por e-mail: rockalivebrasil@live.com ou pelo twitter: @rockalivebrasil

See You Soon!!!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Revolução Humana - Lançamento de EP

Fala galera que acompanha a Rock Alive Brasil!

O release de hoje, é da banda Revolução Humana. Confiram abaixo!

Agosto promete ser um mês muito importante para a banda Revolução HumanaCom o lançamento do segundo EP intitulado "Karma", o grupo já está aproveitando e divulgando teasers por suas redes sociais. Com algumas músicas já gravadas e webclipes, a banda consegue alcançar aos poucos, notoriedade dentro da cena underground.

Divulgação/Revolução Humana

Vencedora do torneio de bandas realizado no ano passando no clube "Inferno", localizado na Rua Augusta, Revolução Humana conta com músicas bem trabalhadas tecnicamente e com letras baseadas no naturalismo e sentimentalismo. "Mãe" é uma ótima música que traz à tona todo o amor maternal. "Limbo" e "Quando Chega a Primavera" são canções que exploram desejo e luta.



Contudo, a banda, impulsionada pela situação política do país e da sociedade, lançou a ativista "1964", que retrata a liberdade para se expressar, para falar, agir e ser.

Com nova formação, Victor Hugo/Boy (Vocais e Guitarra), Lucius (Baixo), Renan Chabes (Guitarra) e João Gabriel (Bateria), a Revolução Humana promete um som mais espiritual e intenso, combinando sentimentos com o cotidiano.

Confira abaixo o teaser, as redes sociais e o som da rapaziada.


E aí, curtiram? Fiquem ligados, que vem novidades do Rock Alive Brasil!!!

See You Soon!