No dia 13 de abril, acontece um mega evento para homenagear
uma das maiores bandas, da cena rock mais famosas do Brasil, o Charlie Brown
Jr.
O “Tamo Aí Na Atividade”, vai reunir os principais nomes
do rock, para celebrar essa homenagem. O evento será realizado no Estância Alto
da Serra, e contará com as seguintes bandas:
- Suicidal Tendencies (EUA)
- Emicida
- Dead Fish
(Tocando o álbum “Sonho Médio” na íntegra)
- Garage Fuzz Sem contar a presença
dos integrantes, Marcão, Thiago, Heitor, Graveto (Charlie Brown Jr.) e outros
mais. Quem curtiu essa
época (essa fase), sabe o quanto será importante este evento!
http://www.tamoainaatividade.com.br/ Ingressos: Pista Lote 1 –
Estudante – R$ 60,00 – Lote de estudantes e promocional com 01 kg de alimento
não perecível no dia do evento.
Pista Lote 1 –
Normal – R$ 120,00
Camarote Tamo Aí Na
Atividade (Alvenaria) Lote 1 – Estudante - R$ 80,00
Camarote Tamo Aí Na
Atividade (Alvenaria) Lote 1 – Normal - R$ 160,00
Pontos e Vendas On
Line –www.ticket360.com.br Local: ESTÂNCIA ALTO DA
SERRA: Estrada Névio
Carlone 03 - Riacho Grande - São Bernardo do Campo – SP (Próximo a Rod. Índio
Tibiriçá SP031) - Rod. Caminho do Mar SP148 - Altura do Km 33 da - (Estrada
Velha de Santos).
Nossa equipe esteve presente no primeiro dia do Musicautoral
(30.03). Fizemos o “Drops Alive”, com as bandas Capitão Baleia, Choque DB,
Abstynencya, BlueOxFrog, e claro com o idealizador do evento Kio Olivieri.
O dia estava chuvoso, mas isso não desanimou o público, pois as bandas estavam bem animadas do
início ao fim. O evento que foi bastante divulgado não só pelo Rock Alive, mas
também pelo Facebook e a todos que incentivaram e incentivam a ideia das bandas
independentes promoverem suas músicas autorais.
“A única coisa que "atrapalhou" foi a chuva que deu uma
espantadinha no pessoal, mas os de fé vieram mesmo e apoiaram. O público de
outras bandas ficaram para acompanhar para apoiar, está tudo ótimo.”, falou
Kio, idealizador do evento.
Kio Olivieri e Mariana Lima
E o evento continua nos dias 13 e 27 de abril. E nós
estaremos lá!
Convidamos todos vocês que nos acompanham nas redes sociais,
e quem também tem banda própria, passem por lá para apoiarem essa incentiva! Fechado?!
Fala galera, que acompanha oRock Alive Brasil. Iniciamos a promoção "Rock Alive Brasil - Curta e Compartilhe - Banda MingMen", para ganhar o EP da banda suiça de pop/rock.
O sorteado terá sua foto com o EP publicados aqui em nossa homepage e no Facebook!
Confiram o regulamento abaixo, e cruzem os dedos!! O sorteio será feito no dia 25.04.14 às 19h30.
1 - Curta a página doRock Alive Brasile da bandaMingMen;
2 - Compartilhe a foto da promoção;
3 - Clique em "participar" e cruze os dedos!
4 - O sorteado terá sua foto publicada no site e na fanpage!
O sorteio será realizado no dia25.04.14, às19h30. Entraremos em contato com o sorteado pela página do Rock Alive Brasil!
Depois de uma ausência de quatro anos, o celebrado grupo sueco Hypocrisy, um dos maiores ícones do death metal melódico, finalmente retorna ao Brasil para shows em São Paulo (21/04 – Carioca Club) e Rio de Janeiro (22/04 – Teatro Odisseia).
Cartaz/Divulgação
Os ingressos para o show na capital paulista continuam à venda pelo site da Ticket Brasil (https://ticketbrasil.com.br/show/hypocrisy-sp) e pontos autorizados pela empresa. Os bilhetes custam R$ 85,00 (pista estudante antecipada), R$ 150,00 (camarote estudante/antecipado). Mais informações sobre meet and greet no serviço abaixo.
Peter Tägtgren (vocal/guitarra), Andreas Holma (guitarra), André Skaug (baixo) e Reidar Horgh (bateria) estão em plena turnê promocional do álbum “End of Disclosure”, considerado um dos melhores discos lançados em 2013.
Com mais de 24 anos de carreira e 15 álbuns lançados, o Hypocrisy hoje desponta como um dos nomes mais respeitados do metal mundial.
Serviço São Paulo Fame Enterprises orgulhosamente apresenta Hypocrisy Data: 21/04/14 Local: Carioca Club End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – ao lado do Metrô Faria Lima Banda de Abertura: Torture Squad(http://www.torturesquad.net) Ingressos: R$ 85,00 – Pista Meia / Antecipada | R$ 150,00 – Camarote Meia / Antecipado MEET&GREET: R$ 85,00 + ingresso (dois ingressos por pessoa. O pagamento deve ser efetuado até 48h ou serão cancelados. Ao comprar é necessário enviar e-mail para info@famenterprises.com, com nome e RG. O nome não poderá ser alterado).
Pontos de Venda: Bilheterias do Carioca Club Galeria do Rock: lojas Hole, Paranoid Discos, Die Hard Shopping Oriente 500, CadaQual Santo André: Metal Music São Bernardo do Campo: Age of Dreams
A última sexta-feira (28) foi bem
agitada e recebida com muito entusiasmo da platéia paulista. O Guns ‘n Roses
estava em São Paulo.
Antes da banda de hard rock entrar, o
palco foi das bandas Dr. Phineas e Plebe Rude, esta que foi convidada pelo próprio
Axl Rose. Havia uma grande expectativa do
público sobre a performance do "frontman" da Guns n' Roses, será que ia se irritar com
alguma coisa? Deixar o palco talvez? Reclamar do som ou dos técnicos?
Muitas dessas possibilidades passaram pela cabeça de quem estava lá na “concentração”
do show.
Foto: Daniel Teixeira/Estadão
Com atraso de 1h10 aproximadamente, a banda subiu ao
palco às 23h30. Abrindo com “Chinese Democracy” agitando a galera que tanto
aguardou pela aparição do vocalista. Com novos membros o Guns n’ Roses,
pareceu ter um ar de “juventude”, porém com experiência vasta no
assunto, e quando o assunto se trata de Axl, tem de ser levado a sério. Seguindo o show, uma das músicas que foi
sucesso entre os adolescentes no fim da década de 80 e o público de hoje, “Welcome
To The Jungle” chegou com tudo! Mesmo com a voz falhada e um pouquinho acima do
peso (por que sim, ele emagreceu!), Axl Rose deu um show literalmente nesta canção.
A banda tocou os sucessos do álbum “Appetitte
For Destruction” como It’s So Easy, Mr. Brownstone e Rocket Queen sequenciadas. Entre uma
música e outra Axl deixava os músicos solando, saia do palco e retornava
apenas na próxima música a ser executada. Durante o show contamos, cinco trocas
de roupas pelo vocalista.
Cartaz da Turnê na América Latina
O público vibrou quando a banda
começou a “You Could Be Mine”! Foi um verdadeiro coral, backing vocals, chamem
do que quiser. Mas, o publico interagindo e ajudando literalmente o Axl a cantar
a música tema do filme de Arnold
Schwarzenegger – O Exterminador do Futuro 2, foi extraordinário. Antes da próxima música o guitarrista Bumblefoot,
executou a famosa música “Tema da Vitória” de Ayrton Senna (ex-piloto da F1,
falecido em 1994). Com a música “Sweet Child O’Mine”, a banda aproveitou o agito do público e veio
quebrando tudo mesmo!!! Entretanto as famosas corridas do vocalistapelo palco, não foram tão
vistas, pelo contrário, dessa vez tivemos saltos em cima das caixas de som, e
caminhadas com direito a breves sorrisos.
E para dar uma acalmada, uma das
músicas mais aguardadas era “November Rain”, que contagiou a todos com direito a uma cascata de fogos durante o solo. Seguindo nesta mesma linha “Don’t Cry” e “Knockin
‘ on Heaven’s Door” também ganhou backing vocals! E teve gente que achou que a famosa “Patience”
não seria executada, mas foi, com bastante energia e sincronia! E para
fechar em grande estilo, a “Paradise City” foi executada, com uma finalização extremamente
fantástica junto a cascata de fogos vermelhos!
Enfim, o que a critica muitas vezes
fala repetitivamente sobre a performance de Axl, e sua banda, hoje pode ser
vista de outra forma. Ele estava muito bem, e parece que voltou a cuidar da
voz, cantou muito bem e soube ser simpático com o público, que temos certeza que será memorável.
Conforme noticiamos no Facebook, a banda que recentemente lançou um álbum é a paulista, SupreMa!
Confiram agora!!
SupreMa
RA -Quem
é o SupreMa?
Douglas
Jen: Primeiramente quero dar saudações aos internautas do Rock Alive, é um
prazer fazer este bate papo.Em resumo o
SupreMa é uma banda com 10 anos de existência e com uma história muito sincera
e honesta escrita durante este tempo. Uma banda que respeita demais os fãs e
sempre quer estar ao lado deles. Uma banda de Power/Prog Metal com um
instrumental pesado e intrincado, e com belas melodias e refrães, mistura do
surreal com o cotidiano que leva o ouvinte ao profundo da mais insana viagem de
sua mente.
SupreMa/Divulgação
Fábio
Carito: Somos um quarteto com várias passagens pela região do Norte e Nordeste
do país. Lançamos o trabalho ‘Traumatic Scenes’ e recentemente o clipe para a
música ‘Fury and Rage’, com uma superprodução cinematográfica.
Uma banda realmente cuidadosa com cada detalhe.
RA - Como
surgiu o nome da banda e qual o significado dela para vocês?
Douglas
Jen: Em primeiro lugar eu queria um nome em português para homenagear nossa
língua mãe e que fosse entendido por fãs de outros países também. Queria
expressar algo grandioso que eu tinha em mente com a banda e SupreMa foi o nome
perfeito que encontrei para demonstrar isso.
RA - Qual
foi a melhor experiência que o SupreMa teve nestes 10 anos de estrada?
Douglas
Jen: O SupreMa sempre teve bons músicos, caras incríveis e com certeza tocar ao
lado de grandes talentos sempre foi uma experiência incrível.
Estar
na estrada é o que faz valer a pena esta vida corrida e maluca que temos e para
mim a maior experiência é a cada show em que você sobe no palco e vê os fãs
vestindo a camiseta da banda e cantando as músicas. É algo que ainda me arrepia
depois de tantos anos de banda e ainda bate aquele frio na barriga toda vez que
acontece. É um encanto que nunca perderemos!
RA - Cometem
sobre a relação do filme “O Invisível” e o álbum Traumatic Scenes.
Douglas Jen: “Traumatic Scenes” é um álbum conceitual
baseado no filme “O invisível”. Não é uma narração exata do filme, porém usamos
toda a cronologia e história para mostrar um outro lado da história e todos
sentimentos ali implícitos como raiva, ódio, e também amor, memórias, saudade,
chegando aos pesadelos, visões e perturbações.As letras se relacionam com o filme assim como os clipes, o cenário e o
figurino da banda. Tudo está ligado e quem for atento às letras e comparecer ao show verá como cada peça se encaixa nesta
trama.
RA - Qual
a sua opinião quanto ao público brasileiro que deixa de olhar para as bandas do
cenário metal brasileiro, e idolatram as internacionais?
Fábio
Carito: Eu considero uma questão cultural. Até hoje tivemos poucos casos de
sucesso onde uma banda totalmente sem estrutura conseguiu evoluir para uma
grande potência capaz de ser influência ao invés de influenciada. Nós temos o
terrível hábito de valorizar quando a banda volta, não quando a banda vai para
fora do país. Mas aos poucos eu venho percebendo uma mudança nesse pensamento,
talvez pela grande qualidade de bandas que temos por aqui.
Douglas
Jen: O público brasileiro é maravilhoso e estes dias mesmo saiu uma matéria na
imprensa dizendo que o Brasil é uma das grandes rotas de tours no mundo.
Talvez
um pouco da culpa do brasileiro não dar tanta atenção a algumas bandas
nacionais, como o Fábio disse, é pelo fato da galera misturar o termo
“underground” com “mal feito”. O underground pode ser unido, pode ser fiel, mas
nada precisa ser feito de qualquer forma por que “é underground”.
Vejo que isso
acaba desprestigiando a cena como um todo porque fica a marca de que “o que é
underground nacional é ruim”, ai começam a dar olhares para as bandas
internacionais. Mas o underground brasileiro é bom, tem bandas talentosas e
centenas de músicos altamente competentes. Se as próprias bandas e produtores
de eventos se preocupassem em fazer boas produções eu creio que o público teria
mais olhares para bandas nacionais. E isso realmente tem mudado, parece-me que
algumas bandas, aquelas que realmente querem fazer algo decente, estas sim estão
investindo num bom disco, num cenário, num mkt, imprensa, se estruturando para
ser uma banda de verdade. E precisamos também de uma maior valorização da
galera por estas bandas que sempre prezam por fazer as coisas corretas e de
qualidade.
RA - Qual
foi a sensação de estarem entre os Melhores do Ano – 2013 do site Whiplash?
Fábio
Carito: É a melhor possível. Foi o meu primeiro ano entre os melhores e
felizmente com o reconhecimento do meu trabalho ao lado das bandas em que toco,
as pessoas foram gentis em votar em mim. O mais prazeroso disso é estar ao lado
de músicos que fizeram parte da minha formação musical.
Douglas
Jen: O reconhecimento do trabalho é sempre o que nos move à frente.
O SupreMa
desde sua fundação sempre esteve em listas de ‘melhores do ano’, no início da
carreira como “banda revêTraumatic Scenes” esteve em dois anos consecutivos entre os 10
melhores álbuns do ano e este ano tive a grata surpresa de ficar entre os 15
melhores guitarristas do Brasil. Isso mostra a grande ascendente que a banda
está, e agora em 2014 temos muito mais passos a conquistar com o novo CD e com
o novo clipe da “Fury and Rage”.
E de um bom tempo para cá, estamos entre as “melhores
bandas” do ano. Isso é a maior prova que os fãs acompanham e gostam do nosso
trabalho.
RA - Sabemos
que a banda realizou uma tour pelo nordeste em 2013, há possibilidade da banda
realizar uma tour internacional?
Douglas
Jen: Em 2013 fizemos algo mais rápido, um bate/volta, mas em 2008, 2010 e 2012
fizemos longas tours no Norte/Nordeste. É onde o SupreMa tem o maior número de
fãs e adoramos estar por lá. Sobre a tour internacional, isso é algo que está
sendo desenhado já há alguns anos, mas ainda não é a hora certa de fazer.
Queremos
dar um passo de cada vez com cada coisa no seu lugar para fazer uma bela tour
assim como fazemos no Brasil, levando nossa equipe, nosso cenário e levando um
verdadeiro show aos fãs, queremos dar aos fãs ‘gringos’ o mesmo show que
fazemos pelo Brasil e isso demanda ainda de um planejamento e de coisas que
estamos resolvendo. Digamos que será o nosso próximo passo, é o que temos
planejado incansavelmente nos últimos 6 ou 7 meses.
RA - Douglas,
como foi ingressar no time da Peavey?
Douglas
Jen: A Peavey é uma das marcas de amplificadores mais respeitadas do mundo todo
e tenho a honra de ser um dos poucos brasileiros endorsers da marca. Quem já
tocou em um amp da Peavey sabe do que estou falando, a Peavey é a cara do Rock e
do Metal, é aquele amp que todo guitarrista sonha em ter.
É um sonho realizado
depois de alguns longos meses de conversas e acertos. Hoje estou com o 6505 que
é um cabeçote com 9 válvulas e o slogan já deixa claro do que ele é capaz “20
years of Aggression”. Estou bem ansioso para colocá-lo na estrada!
RA - Quais
são os próximos shows do SupreMa ?
Douglas
Jen: No momento a banda está focada na divulgação do novo clipe, é uma produção
de cinema! Fizemos praticamente um curta metragem dentro de um clipe, uma
história insana dirigida pela Nevasca Filmes que já trabalhou em produções
mainstream e programas como o “Pânico na TV”. Foi algo feito com tanto cuidado
e detalhe que queremos que todos nossos fãs do Brasil e mundo inteiro curtam
conosco. Este é o nosso principal foco, e as próximas datas devem ser
divulgadas somente daqui um mês. Temos uma bela tour se desenhando.
1 RA - Como
vocês receberam os comentários e as resenhas do álbum recente “Traumatic Scenes?
Fábio
Carito: Pra falar a verdade, ainda estamos recebendo as críticas, pois
felizmente o álbum chegou bem longe. Elas são bem positivas e tem nos deixados
satisfeitos, pois sabemos que é um trabalho intrincado e exige uma audição
cuidadosa. Elaborar músicas em cima de um conceito hoje é complicado mas tenho
certeza que a banda soube fazer bem.
Douglas
Jen: O que mais me anima é quando leio uma resenha que nem uma que saiu na
Grécia ontem, ou a resenha que saiu no site Whiplash onde os redatores foram
sensíveis em perceber os detalhes, a intenção de cada letra e cada música. As
críticas foram excelentes pelo mundo, sempre notas altas acima 8,5/10 ou 3,5/5.
O interessante também é que temos recebido alguns elogios de pontos que nós
mesmos nunca havíamos prestado atenção dentro da banda, e isso com certeza vai
servir como direção para nosso próximo disco.
RA - Deixem suas considerações finais:
Douglas
Jen: Obrigado pelo espaço cedido e espero que todos gostem do nosso novo vídeo
clipe de “Fury and Rage” que pode ser assistido neste link https://www.youtube.com/watch?v=_Fjcjgog9ZA. Em breve estaremos novamente na
estrada com toda nossa estrutura e garra de fazer grandes shows para nossos fãs!
Abraço!
“Este é o primeiro show que faço como vocalista do
Andragonia”, diz Raphael Dantas.
Rapahel Dantas, foi um dos palestrantes
A banda Andragonia após um pequeno hiato, e a entrada de
novos integrantes se apresentou no último sábado (15), no I Congresso Brasileiro de
Profissionais da Voz Rock realizado no Conservatório Souza Lima, sob
coordenação do professor e pesquisador Ariel Coelho.
O grupo que agora conta com Alex Christopher na bateria, e o
vocalista Raphael Dantas (ex-Caravellus) subiram ao palco tocando a nova música
“The Challenger”, que faz parte do álbum que leva o mesmo nome.
Com a nova formação, a banda traz uma nova sonoridade, um
som mais progressivo e com drives constantes na voz de Raphael Dantas.
A banda
tocou sucessos do álbum “Memories” e “Secrets in the Mirror”, como Betrayed By
Heart, Silent Screams, Draining My Heart, Jake’s Dream entre outros.
Durante uma música e outra, Dantas fez algumas brincadeiras
ao apresentar os integrantes da banda. Thiago Larentes, como guitarrista e
produtor. Cauê Leitão, como “maestro” e agoniado. Toni Laet, como editor de
vídeos e “o cara que chega um pouco alterado nos ensaios (RS)”, e por fim Laet apresenta Alex Christopher,
como o meigo bonito.
A banda se apresentou muito bem e o show foi muito legal, atendendo talvez todas as expectativas. Esperamos ver o
Andragonia em mais shows.
Fala galera,
que acompanha o Rock Alive Brasil. Realizamos a cobertura do I Congresso
de Profissionais da Voz Rock na Faculdade Souza Lima, com direito a “Drops
Alive”.
O evento reuniu diversos cantores, professores de canto e técnica
vocal, fonoaudiólogos e otorrinos. Desde o cuidado com a voz até como se portar
durante uma apresentação foram os temas debatidos no congresso.
Os fonoaudiólogos
Ivan Alexandre (Salvador-BA) e Guilherme Percoraro (São Paulo –SP) falaram
sobre a ciência da voz e a importância do fonoaudiólogo para o canto, temas
bastante interessante para quem cuida e quer conhecer melhor a voz.
O cantor e
preparador vocal Márcio Markx, mostrou a metodologia de ensino vocal como por
exemplo o Vaccai, Singing Sucess, Singing For The Stars, Complete Vocal Techiques
e Belting Contemporâneo. O professor Ariel Coelho falou sobre drives e como
podem ser executados sem machucar as cordas vocais.
Mizuho Lin e
Fabio Caldeira, professores de canto e vocalistas falaram sobre técnica vocal
no metal progressivo e crossover entre o canto erudito e o Rock/Metal. Os
vocalistas Raphael Dantas, André Rima e Sérgio Faga, mostraram a importância do controle técnico e
desenvolvimento técnico-vocal de um rock singer.
Ao final das
palestras a banda Andragonia fechou a noite com sua reestreia com os novos
integrantes.
Logo mais a cobertura com os drops irão ao ar, fiquem ligados!