sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Rock Alive entrevista: Ossos de Marfim

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!
A espera acabou, a banda paulista Ossos de Marfim (ex-Profana), nos concedeu entrevista.

Confira na íntegra:
Ossos de Marfim
RA - Olá Pessoal, fiquei sabendo que a banda está com um novo projeto, então apresentem-se?

OM - Olá Mari, nos somos a Ossos de Marfim, como a antiga Profana, Marx Bruno na Batera, Tunico Fernandes no Baixo, Marquinho Lopes nas Guitarras e assumindo os Vocais, Karolina Fernandes.

RA - Qual é a nova “cara” da Ossos de Marfim, por que escolheram esse nome? O que ele representa para vocês?

OM - A banda tem como objetivo mostrar algo novo sem perder as influências do bom e velho Rock n’ Roll, junto com pegadas e variações do Metal. Porém ainda estamos em fase de criação, formando uma nova identidade.

O nome Ossos de Marfim, veio através de votação via Facebook, onde foram sugeridos 6 nomes sendo vencedor o atual nome da banda, que tem como significado, a igualdade, que se refere aos “Ossos” e algo raro e forte, quando se refere a “Marfim”.

Marquinho Lopes/Divulgação


RA - Como foi o processo de reformulação da banda Profana para a Ossos de Marfim?

OM - O processo se iniciou quando vimos dificuldades na evolução da Profana como Banda e musicalidade. A mudança veio a partir da música “O Ditador”, que trouxe para banda a ideia de um novo som, e percebemos a necessidade de encerrar um ciclo de 7 anos entre shows e apresentações em diversas casa de show na capital e Grande São Paulo com a Profana.


No meio desse processo surgiu como principal mudança, a entrada de um vocal feminino, que dentre toda a reformulação foi a principal dificuldade. Fizemos diversos teste com entorno de 7 garotas, onde destas optamos pela “Karol”, dando assim o inicio do “Projeto Ossos de Marfim’.



RA - Quais são os estilos que estão presentes nas novas composições da banda?

OM - É perceptível em nossas músicas tons graves com afinações em “Drop-Ré” e a partir dos chamados “BreakDown”, onde podemos dar como exemplo bandas de Metal Core.

Podemos descrever também as letras que tratam desde o cotidiano da sociedade brasileira, junto a letras que descrevem temas pessoais ou idealizados como as músicas “Ilusões” e “A Passagem I e II”.

Tunico Fernandes/Divulgação
RA - É comum na cena rock, as bandas independentes realizarem shows em rock bares, e sabemos o quanto é difícil de conseguir uma data. Isso acontece ainda com vocês? Qual a visão de vocês sobre isso?

OM - Ainda não estamos em fase de “estrada”, estamos em pré-produção de novas músicas. Apesar de já termos feito um show e data de lançamento marcada, sabemos que vamos encontrar dificuldade para se lançar na cena rock, nos bares e casa de show, com uma banda independente.


Percebemos que a cena Rock em nosso pais, e principalmente em São Paulo, há um pré-conceito com as bandas independentes no cenário Rock e “Underground’. Pensamos que para haver um mudança geral nos cenários, primeiramente deve existir união entre as bandas e reconhecimentos dos trabalhos musicais pelas Casas e Rock Bares.

Marx Bruno/Divulgação
RA - Muitas bandas hoje estão crescendo através das redes sociais, vocês também estão inseridos nessa “onda”, qual a sensação que vocês têm a cada pessoa – nova – que escutou o single de vocês e começou a seguir no Facebook , Twitter e MySpace?

OM - E gratificante ver a galera assistindo e ouvindo o single e isso reflete diretamente nas redes sociais, e nos da uma base dessa repercussão que era só um projeto e  tornou-se a Ossos De Marfim.

Isso é muito importante para nós para criar um contato e uma divulgação melhor dentro e fora das redes sociais.


RA - Hoje, o mundo musical está bem mais aberto com as distribuidoras de músicas –streaming – ajudando as bandas a ficarem mais conhecidas, disponibilizando as músicas na íntegra e no mundo todo como a ONErpm, Spotify, iTunes, Uol Música e outros. Na opinião de vocês, isso ajuda a banda a crescer?

OM - Sim, muito! Pretendemos também utilizar dessas ferramentas como forma de alavancar nosso trabalho e aumentando na visualização das musicas da banda.

Karol Fernandes/Divulgação
RA -  Quais são os planos da Ossos de Marfim para 2013- 2014?

OM - Estamos em fase de criação e interação como respondido acima, com shows de lançamento já previstos e alguns já marcados, como a estréia Oficial no dia 01 de setembro no Teatro Adolfo Celli na Zona Leste de SP. Em um "futuro próximo" (2014), pensamos dar inicio a produção do primeiro álbum da banda, e é claro, trabalhos de divulgação nas redes sociais, mídias impressas e futuramente, produtos e souveniers (camisetas, bottons, adesivos, etc).


RA - A agenda de shows já está bombando, ou ainda estão em fase de agendamento?

OM - Ainda estamos em fase de agendamento de shows por contas das agendas e responsabilidades dos integrantes, mas a estréia Oficial da banda já está marcada: Dia 01 de Setembro no CEU Jambeiro - Teatro Adolfo Celli (Zona Leste - SP), Entrada Franca, a partir das 16h.

Em breve mais informações e datas anunciadas nas paginas da banda, junto com promoções e sorteios de produtos e ingressos da banda.

Integrantes:

Karol Fernandes - Vocal
Marx Bruno Lopes - Bateria
Marquinho Lopes - Guitarras e vocais
Tunico Fernandes - Baixo e vocais

E aí curtiram a entrevista com a banda? Então confiram o Teaser da música "O Ditador"
Confira também o Videoclipe "O Ditador"!

See You Soon!!!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Oblivium no Rock Alive!

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!
Hoje, trouxemos mais uma banda, Oblivium, de Piracicaba-SP.

Confiram o release da banda abaixo e fiquem ligados nas novidades.


Banda Oblivium


A banda teve sua primeira formação em 2011 em Piracicaba. Inicialmente chamada de Oblivion foi formada pelos integrantes: Bruna Goular (Vocal), Gustavo ‘Gulão’ Berno (Baixo), Rodrigo ‘Digão’ Campagnoli (Bateria),  Renan 'França' Torrezan (Guitarra Solo) e Fernando 'Coy' Oliveira (Guitarra Base).

No mesmo ano a banda se escreveu para participar em um evento de bandas da escola de inglês, Cultura Inglesa de Piracicaba o Cult Music no qual a banda foi premiada e acabou ganhando o concurso com a música cover The Darkness (I believe in a thing called love). Diante da premiação a banda foi para a final que aconteceu em São Paulo na sede da Cultura Inglesa, a banda fez cover de Manowa (Thor, The Powerhead) e contou com uma música própria Wicked Angel) escrita por Gustavo Berno, uma experiência incrível para uma banda com poucos meses juntos.



Em 2012 com a saída de Bruna, a banda deu inicio a novos projetos paralelos em busca de novas ideias para recomeçar a banda.

Ao inicio de 2013 mudando o nome da banda para Oblivium. Nasce uma nova formação, reunindo Coy, Gustavo e Digão e contando com um novo guitarrista solo o Raphael Torrezan. Tocando os melhores do Heavy/Hard com todo gás e pegada para fazer o público agitar a cabeça.


Integrantes:

Coy Oliveira - Vocal - Guitarra Base
Raphael Torrezan - Guitarra Solo
Gustavo ‘Gulão’ Berno - Baixo/Backing Vocal
Rodrigo ‘Digão’ Campagnoli - Bateria

Influências:
Black Sabbath, Metallica, Black Label Society, Pantera, Megadeth, Judas Priest…

E aí curtiram a banda? Conheçam mais sobre eles na Fanpage da banda.

See You Soon!!!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Ossos de Marfim no Rock Alive!

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!
Trouxemos novidades! Dessa vez, quem dá as caras por aqui é a banda de São Paulo, Ossos de Marfim!

Confiram o release da banda abaixo:
Ossos de Marfim

Ossos de Marfim nasce com a fusão sonora de seu antigo projeto e o peso do Metal Contemporâneo, disseminando a nova vertente já trabalhada, o Metal Alternativo. São Paulo - Capital

A banda é formada a partir dos antigos integrantes da já conhecia Banda Profana, com Marquinho Lopes nas guitarras e como vocal de apoio, Tunico Fernandes no baixo, Marx Bruno Lopes como baterista e assumindo os vocais principais, Karol Fernandes.

Ossos de Marfim/Divulgação


Karol Fernandes já havia feito alguns teste anos atrás para entrar no Profana, mas só este ano com a reformulação e a nova proposta sonora, os integrantes então da Ossos de Marfim, convidaram-a para um novo teste. E com uma excelente voz, Karol assume os vocais principais.

Em maio de 2013, a Ossos de Marfim lança seu primeiro single e videoclipe intitulado "O Ditador",antes da entrada de Karol Fernades, pois ainda não fazia parte da banda.


A banda Ossos de Marfim se lança neste primeiro semestre de 2013, divulgando e disseminando sua vertente sonora e seu novo trabalho.

E aí curtiram a banda? Então acessem aqui a Fanpage da banda!
See You Soon!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

METAL MEDIA 5 ANOS: Baixe coletânea gratuita com 44 bandas!

Fala galera, que acompanha o Rock Alive Brasil.
Hoje, daremos uma nota especial sobre o Metal Media!!!



A Metal Media chega aos cinco anos de história com mais um presente aos fãs da música pesada brasileira: uma coletânea gratuita para download!

A coletânea “Brazilian Xtreme Way MMXIII”, terceira idealizada pela empresa, conta com uma música de cada banda do atual roster da Metal Media, totalizando 44 faixas de excelentes bandas da música extrema nacional.

Assim como nos outros anos, a “Brazilian Xtreme Way” mantém a tradição de usar, como capa, personagens da cultura brasileira. Já tendo utilizado uma índia e o boitatá, neste ano quem leva a imagem da coletânea é o Saci-Pererê, lenda conhecida nos quatro cantos do país.



“A lenda do Saci possui histórias distintas conforme a região do país. É um personagem ambíguo que absorveu características de diversas culturas. Achamos que ele representaria muito bem o que é o Heavy Metal feito no Brasil e, consequentemente, as bandas da Metal Media, que se espalham por todo o território nacional”, comentam os idealizadores da empresa, que completam: “em 2005, o governo do Brasil instituiu o dia 31 de outubro como dia do Saci, como forma de maximizar a importância da história brasileira sobre a estrangeira que comemora nesta data o dia das bruxas, favorecendo a valorização cultural de nosso país. Tanto a lenda do Saci como todas as outras do folclore brasileiro, nos comprovam que nosso país possui um rico e vasto tesouro esquecido e desvalorizado, mas que fazem parte de nossa história”.

Para baixar a “Brazilian Xtreme Way MMXIII”, basta entrar no hotsite criado especialmente para a coletânea e clicar em download. No site também é possível saber mais sobre a compilação e as bandas participantes.


“Agradecemos a todos os parceiros, clientes e amigos que acreditaram em nosso trabalho nesses 5 anos! Sem vocês nada disso seria possível! Nosso MUITO OBRIGADO!”

Conheça mais sobre a Metal Media: www.metalmedia.com.br


Parabéns ao Metal Media!!!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Rock Alive entrevista: Montanha Produtor

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Hoje, trouxemos uma entrevistado diferente, mas do círculo musical, o produtor musical Montanha. Confiram a entrevista abaixo!



RA - O que é a produção musical?

Montanha: Produção musical é o ato de pegar o trabalho de uma banda ainda em construção e, acrescentar a ele todos os adereços necessários para que o mesmo evolua em sua qualidade musica,l e se torne um material de qualidade pronto para ser consumido.

RA - O que faz um produtor musical?

Montanha: Ninguém melhor do que um PRODUTOR MUSICAL para transformar uma ideia em uma canção lapidada, digerível, fiel à proposta, otimizada, pronta para ser consumida e apreciada.

Pense em uma música que você adora, de um artista ou banda que você acompanha há muitos anos. É muito provável que esta música que você pensou é o resultado de uma composição maravilhosa, PRODUZIDA por um profissional competente, tanto artisticamente como tecnicamente.

Compositores, letristas, arranjadores – artistas e músicos – estão preocupados com a arte, poesia, interpretação, conteúdo emocional. Uma combinação de dons e habilidades que permitem ao artista conceber ideias interessantes. O ARTISTA se concentra na criação artística.

Uma vez que a música é concebida, através de uma gravação guia esboços em um guardanapo ou partituras, inicia-se o processo de PRODUÇÃO. Aqui, outro profissional, o PRODUTOR, deve trazer seus dons e habilidades e se concentrar numa nova etapa. A criação contém ideias, mensagens e emoções que nem sempre são claras para o ouvinte. Um produtor profissional estudou durante anos o processo de produção musical e analisou muitos casos de sucesso para extrair o melhor de uma composição.

Utilizando seu background artístico, o cenário musical e técnicas de produção, o produtor tem a função de transformar a obra musical em um veículo de mensagens e emoções universais, consistentes, claras e interessantes. Assim como uma boa produção não se sustenta sem uma grande composição, a concepção musical depende de um cuidadoso processo produtivo para se transformar num produto e abrir portas para o artista.

Contratar um Produtor Musical é dar uma chance para sua música. Com certeza você acredita nela, mas é preciso que outros também acreditem. Sei como é frustrante “imaginar” a música, se empolgar e não conseguir passar isso para os amigos. O Produtor é o seu aliado nesse objetivo.

A Produção Musical profissional economiza tempo e energia do artista, aumentando as chances de divulgação, contratos com gravadoras e downloads. Contrate um produtor. Mesmo que seja um amador, um amigo músico. O ato de “contratar” transfere seriedade para o projeto, incluindo metas e prazos. No mínimo, serão duas pessoas e dois pontos de vista, que enriquecem qualquer trabalho onde decisões são tomadas a todo instante.

RA - Hoje, a cena rock vem crescendo bastante, alguns vêm do amadorismo e outros são descobertos. Qual a sua opinião sobre as bandas que se lançam via internet amadoramente?

Montanha: Acredito que a internet seja um mecanismo que possibilite que qualquer um possa divulgar seu trabalho.
Porém, quando as bandas amadoras colocam um trabalho na internet em alguns casos possuem êxito na tentativa, porém na maioria das vezes fracassam pelo fato de seus trabalhos não possuírem a qualidade e o amadurecimento musical que um produto vem a dar a um trabalho.

RA - Qual é a diferença entre o produtor e o empresário?

Montanha: O produto na maioria das vezes é contratado por um empresário. O empresário possui o papel de investir na banda, já o produtor possui o papel de descobrir o talento e explorar todo o seu potencial. Abrilhantando os trabalhos com sua experiência e técnica musical.

RA- Com a febre das músicas distribuídas via streaming, qual é a sua opinião sobre isso. Você acha que é viável e rentável para a banda ou músico, lançar seu projeto nessas empresas na linha do iTunes?

Montanha: Sim porque com o passar dos anos e em decorrência da globalização causada pela internet as pessoas acabaram perdendo o habito de comprarem cd e sim de baixar músicas sendo um meio muito mais simples e barato. De forma que acredito que já passamos pela hera dos cds e agora estamos na era dos downloads.

RA- Como é feita a produção de uma música?

Montanha: A partir do momento que se é solicitado um produtor afim de que se realize uma produção o mesmo seleciona uma musica que possua mais características que tenham a haver com a essência da banda.

A partir daí inicia-se todo um processo de produção que vai desde a escolha dos músicos para criarem um arranjo musical até a finalização da musica passando pela etapa de mixagem masterização. Desta forma e com muito talento da parte das bandas e dos produtores nascem as grandes produções. 


RA - Tem alguma banda ou artista que queira produzir muito?

Montanha: No momento não acredito que durante minha carreira já tenha produzido muitas bandas e artistas com um talento extraordinário tornando assim uma experiência única trabalhar com cada uma delas.

Desta forma acredito que todas as minhas futuras produções terão o mesmo teor de importância e prazer de minha parte de em produzi-las.

Porém, tenho muita vontade de produzir um trabalho com musica latina, por ser um ritmo no qual me identifico e por nuca ter produzido nada do gênero.

RA - Dos artistas/bandas que você produziu houve alguma que não deu certo?

Montanha: Não, de forma que todas tenham possuído seu próprio êxito de acordo com a musicalidade de cada uma.

RA - Em sua opinião, bandas/artistas que cantam ou compõem em inglês fazem sucesso dentro do Brasil?

Montanha: Em toda minha carreira conheci poucas bandas que compõe em inglês que tenham conseguido êxito no nosso cenário musical. Desta forma acredito que possa existir mais patriotismo nas bandas e artistas nacionais para assim cada vez mais valorizarmos a nossa cultura em quanto brasileiros por ser uma cultura imensamente rica em todos os aspectos possíveis da musicalidade e por possuir imensas vertentes musicais a serem exploradas para assim a nossa cultura cada vez mais ocupar o espaço que merece no cenário mundial.

RA - O papel do produtor está ganhando maior destaque no mercado musical?

Montanha: Na realidade nunca ouve uma queda ou auge no trabalho de um produtor no cenário musical pelo fato de que o produtor sempre esteve presente por trás de qualquer tipo de material musical já produzido no nosso cenário e de ser peça fundamental na gravação e produção fonográfica de qualquer tipo de musica.


E aí curtiram? Sanaram as dúvidas sobre produção musical?
Fiquem ligados que logo mais têm novidade aqui no Rock Alive!

See You Soon!!!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Rock Alive entrevista: Ricardo Japinha

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!
No dia 29.06, estivemos no evento Estação Jovem - Comemoração de 5 anos - em São Caetano do Sul e entre várias bandas, estava a Hateen.

Após o show, conversamos brevemente com o baterista Ricardo Japinha ou apenas Japinha.

Confiram:
Ricardo Japinha


RA - Hoje tem muitas bandas começando ou já no auge que ficam sem locais para divulgar ou tocar. Gostaria de saber se quando você entrou no Hateen e no CPM 22, vocês encontraram essa dificuldade também?


Japinha: Sempre teve essa dificuldade, sempre houve. Acho que hoje ainda continua e acho que isso não é um privilégio do Brasil não. Acho que lá fora também tem, talvez um pouco mais organizado, mas as cenas de rock, cenas independentes.

As bandas sempre tem que batalhar muito e eu acho que isso no final das contas, não acaba sendo tão ruim para as bandas, tudo bem dá trabalho, mas é o tipo de trabalho que é saudável, por que os integrantes da banda acabam tendo que se esforçar mais para conseguir chegar em algum lugar e isso acaba dando uma experiência uma maturidade.




Mari Lima e Dellana Wolney com a galera do Hateen

Confiram o áudio da entrevista também!

Podcast - Entrevista Japinha

Agradecimentos: 
Dellana Wolney, Ricardo Japinha, Hateen e Prefeitura de São Caetano do Sul 

See You Soon!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Banda Kontraregras no Rock Alive!

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!
Hoje, trazemos para vocês a banda Kontraregras, de São Bernardo do Campo, São Paulo.

Confiram o release da banda abaixo:

Kontraregras

Banda de São Bernardo do Campo, Kontraregras iniciou suas atividades no começo de 2010, Com as mais variadas influências, com foco principal no hardcore com letras fortes em português, dando cara própria a um estilo universal.

No começo era apenas por diversão e depois ficou algo mais sério, tocando por vários festivais, vimos que podíamos fazer algo além de diversão. Hoje com várias músicas próprias, estamos correndo atrás daquilo que toda banda busca: reconhecimento. 

Nosso som retrata o dia-a-dia do mundo e especialmente, falando do Brasil, em nossas letras falamos também sobre a realidade em que vivemos e que gostaríamos de mudar.

Formação: 

Fernando - Voz 
Alexandre - Guitarra 
Fabio - Guitarra 
Saulo - Baixo 
Rodrigo - Bateria

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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Rock Alive entrevista: Rock Acoustic Concert

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Hoje, a entrevista é com o Rock Acoustic Concert, o projeto dos primos (gêmeos) Junior Lopes e Nan Torres.

Rock Acoustic Concert
RA - Quem é o Rock Acoustic Concert?
RAC - Rock Acoustic Concert é uma brincadeira levado a sério de dois primos que estão ligados muito ao melhor da música, assim se divertem reproduzindo do seu jeito o que mais gostam.

RA - Por que deram este nome ao projeto? Qual o significado dele para vocês?
RAC - O Nome não foi nada pensado, pra falar a verdade eu (Junior Lopes) coloquei esse nome sem nenhuma preocupação com nada, mas acabou ficando mais serio a brincadeira e o nome acabou ficando. O Significado é o que reproduzimos com o que pretendemos fazer ainda, acrescentar mais algumas coisas, deixar mais completo.
RA - O projeto são só vocês dois, pensam em expandi-lo?

RAC - Junior : Por hora sim, mas talvez expandi-lo não seja uma má idéia (hehe), mas por enquanto nós dois mesmo estamos se dedicando ao trabalho.
Nan: Como o Junior disse, a princípio seremos nós dois mesmo, até porque começou como uma brincadeira dos dois, e nem pensávamos em mais nada alem disso. Talvez alguns convidados em alguns shows ou gravações.


RA - Como foi a construção do projeto?
RAC - Junior: Bom, sempre tivemos vontade de tocarmos juntos, até que em um sábado eu (Junior Lopes) estava na casa do Nan Torres, estávamos esperando a condução para irmos fazer uma apresentação em um barzinho em São Paulo com a Banda onde o Nan tocava bateria e eu estava fazendo uma participação tocando baixo nesse dia, nesse tempo então resolvemos gravar uma música sem nenhum ensaio ou programação, a música que gravamos na ocasião foi Wicked Game, gravamos e postamos na Internet e ficamos surpresos com o número de visualizações e com as criticas no vídeo, então começamos gravar outro e outro e hoje estamos aqui hehe.

Nan: Faz um tempão, desde que o Junior começou a tocar violão já brincávamos de fazer música ou inventar nossas versões. Era bem despretensioso mesmo, tanto que eu nunca imaginei que eu pudesse cantar, e que alguém iria gostar. O resto foi como o Junior disse hehe.

RA - Como é a participação da família no projeto, nas músicas? 
RAC - Junior : Nossa Família sempre foi muito unida e nos apoiaram em todos os projetos que fizemos até hoje e com a Rock Acoustic Concert não foi diferente, além de apoiar eles curtem e até dão idéias para o projeto.
Nan: Até porque também são obrigados a ouvir os ensaios e gravações hehe. Mas brincadeiras a parte, a nossa família é nosso alicerce, sem eles nos apoiando quando começamos na música, nos ajudando comprar instrumentos quando precisamos hehe, nos incentivando, estando la gritando por nós etc não estaríamos aqui dando essa entrevista.
Nan Torres/ Arquivo Pessoal
RA - Quais são as influências musicais de vocês?

RAC  - Junior: O proprio Nan torres que acabou me trazendo muita influencia, com isso uma das maiores influencias acaba sendo Ozzy Osbourne, mas ouvi bastante bandas como After Forever, Nightwish, Épica, Stratovarius, Helloween, Rhapsody no começo e que também escuto até hoje.
Nan: Apesar de eu ser MUITO fã de Ozzy e ouvir todo dia , minha maior influencia é Queen, tenho muitos álbuns deles, ouço direto e me influenciam até hoje. Mas também bandas como Angra, Iced Earth , Épica são bandas que me inspiram demais.

RA - Fora do projeto, o que cada um faz?
RAC - Junior: Eu trabalho como Coordenador de Artes e faço faculdade de Design Gráfico, também faço curso de Ilustração e toco Baixo em uma banda de Heavy/Trash Clássicos, o tempo é meio apertado mas tento conciliar tudo.

Nan: Eu acabo de me formar Bacharel em Ed. Física, e já dei inicio ao mestrado , trabalho nos Jogos da Cidade de prefeitura de São Paulo e toco bateria em outras bandas covers.
Junior Lopes/Arquivo Pessoal

RA - De todos os vídeos gravados, qual foi o que mais marcou o RAC?
RAC - Junior: Em minha opinião o Wicked Game, pois foi o primeiro e o que iniciou com tudo, além de ser o mais visualizado até hoje hehe.
Nan: Wicked Game com certeza

RA - Hoje, a grande maioria de bandas /músicos utilizam a internet e as redes sociais, para se promoverem e divulgar seus trabalhos, qual a opinião de vocês sobre isso?
RAC - Sem dúvida alguma a Internet é uma das melhores, se não a melhor, ferramenta para divulgação de qualquer material hoje em dia , acho excelente isso, se for usado da maneira correta você consegue em pouco tempo ter uma visibilidade sensacional.



RA - Vocês possuem músicas próprias? Qual é o tema delas?
RAC  - Junior: Temos algumas cartas na manga, até lançamos umas prévias na página, a Idéia é não parar de criar. Algumas delas são homenagens pra pessoas que foram importantes e de certa forma deixaram ou deixam lições para nós.

Nan: Eu tenho algumas letras de músicas escritas e o Junior já criou uns arranjos , e estamos trabalhando em cima delas. Os temas que costumo escrever são bem variados, são a essência de que estou vivendo naquele momento de uma forma bem subjetiva, para alcançar a todos que escutam, se identificarem.

RA – Quais são os planos para 2013/14 do RAC? Podemos contar com um show de vocês? 
RAC - Junior :Os planos são de conquistar cada vez mais espaço em diferentes mídias, divulgar mais e mais e claro,começar a pensar nas apresentações que ainda não ocorreram pelo nosso tempo, ou melhor, pela falta de tempo.

Nan: Conseguir mostrar cada vez mais nosso trabalho, receber mais apoios. Quanto a shows, só esperando alguém nos chamar heh


RA - Mensagem ao site e aos que seguem o projeto e os incentivam.
RAC - Junior: Ao Site queria agradecer muito mesmo pela força e oportunidade de falar um pouco sobre o que é o Rock Acoustic Concert e parabenizar também pela iniciativa de vocês, o RAC recomenda muito a todos conhecerem a Rock Alive Brasil.
E as pessoas que nos acompanham e nos ajudam também agradecer mesmo por toda força e apoio, e dizer que apesar de ser uma diversão para nós também procuramos sempre fazer o MELHOR para todos, O RAC só existe por causa da aprovação deles mesmo hehe.
Nan: agradecer de coração ao site pela oportunidade que estão nos dando para divulgar nosso trabalho e por acreditar em nós. E pra todos nossos amigos e fãs, continuem curtindo nossos vídeos, comentando e dando idéias. E Obrigado de verdade por fazer o RAC crescer cada vez mais. Keep on rockin.
Paz e Bem.


E aí curtiram? Sigam o Rock Acoustic Concert no Facebook. Assistam na íntegra o vídeo comentado por eles "Wicked Game".


See You Soon!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Rock Alive entrevista: Angels Holocaust

Fala galera, que acompanha o Rock Alive
Hoje, trouxemos a entrevista que a banda Angels Holocaust nos concedeu!

Confiram abaixo.
Angels Holocaust
RA - Quem é o Angels Holocaust?
AH - Rodrigo Cafundó: Primeiramente, obrigado ao Rock Alive pelo interesse no trabalho da banda e, o Angels Holocaust é uma banda de Heavy Metal de Itapetininga/SP, formada em 2009 e que hoje continua batalhando para registrar materiais de qualidade e apresentar shows repletos de energia e intensidade.

Nós nos divertimos muito fazendo música, gostamos de estar nos palcos, nas salas de ensaio, de gravação. Definitivamente, é a nossa paixão.
RA - Por que deram este nome a banda? Qual o significado dela para vocês?
AH - Bem, sou um grande fã do Iced Earth, e quanto eu decidi formar uma nova banda (estou no cenário desde 1997 e, em 2009 surge o Angels Holocaust), surgiu a possibilidade de utilizarmos esse nome. Porém, não é apenas pela influência do Iced Earth, mas sim pelo contexto lírico do nome, afinal, abordamos o Holocausto com o olhar extremamente crítico.

Agora, quando falamos do real significado da banda (pessoalmente), acredito que seja parte da minha existência. É o que sou na essência.

RA - A temática abordada por vocês é referente ao holocausto, na opinião de vocês como foi a reação do público?
AH - Sou um aficionado pela Segunda Guerra Mundial, leio e vejo muita coisa sobre o tema e, num determinado momento, senti que os horrores daquele período deveriam ser trazidos para o debate novamente. Muitos jovens desconhecem o que aconteceu e, achamos ser interessante abordar o tema. Com relação à reposta do público, ela foi e continua sendo altamente positiva! No Brasil e no exterior.
RA - Comentem sobre a produção do EP "Crystal Night", que ficou sob os cuidados de Edu Falaschi.
AH - Edu Falaschi é um dos melhores (senão o melhor), produtor de Metal no país. Ter a oportunidade de sermos produzidos por ele, nos fez entender, verdadeiramente, sobre todos os processos para o lançamento de um material de qualidade.

Além da experiência e competência do Edu, contamos também, com a competência de Brendan Duffey e Adriano Daga, ambos do Norcal Studios e que possuem vasta experiência na produção de diversos artistas, do Brasil e do mundo.
Enfim, estivemos rodeados de excelentes profissionais, fato que contribuiu para o resultado final do nosso mais recente trabalho, o EP Crystal Night.

RA - Quais foram as melhores experiências que a banda teve?
AH - Olha, como um músico do underground, os shows são sempre o ápice! Em 2010 fizemos mais de 60 shows no ano, passamos por diversas cidades, conquistamos amigos, respeito, e conseguimos criar uma boa base para o nosso nome.
Outro fato importante, diria marcante na nossa carreira, foi estar nas salas do Norcal Studios gravando o nosso som, sabe? Foi uma vitória estar lá, registrar nosso trabalho num estúdio profissional, contando com a produção do Edu Falaschi. Simplesmente, único!


RA - Como vocês conciliam a banda com as demais atividades do dia-a-dia?
Todos nós possuímos outras atividades. Infelizmente, não conseguimos sobreviver da música, mas não desistimos do sonho de levarmos a nossa mensagem para os quatro cantos do globo. Agora, com relação aos compromissos da banda, tentamos estar sempre prontos para os ensaios, shows, entrevistas e demais compromissos. Afinal, é o que mais gostamos de fazer, né? (risos).

RA - Quais são as influências musicais mais presente no Angels Holocaust?

AH - Ah, nossa banda possui uma diversidade de influências. Eu, por exemplo, sou fanático por Black Sabbath, Iron Maiden, Judas Priest, DIO e Iced Earth, Gabriel, o nosso baixista, é altamente influenciado por Dream Theater, Opeth e Geezer Butler , Rafael, guitarrista da banda possui uma pegada heavy/thrash inconfundível e, Antonio baterista do Angels Holocaust, é influenciado pelo Death.


Portanto, somos uma grande mistura de influências que, de certa forma, constituem o que fazemos nas composições da banda.
RA - Hoje, ainda existe certa dificuldade de bandas conseguirem locais para divulgar o som/trabalho. Vocês ainda encontram esse tipo de dificuldade? Chegaram a ficar sem local para se apresentarem antes de se tornarem conhecidos?

AH Bem, como dito anteriormente, somos uma banda do underground, rodamos todo o circuito fazendo shows e, para nós não há tempo ruim. Surgiu um festival? Estamos dentro!
Agora, a dificuldade para as apresentações existem para qualquer banda, infelizmente.
É frustrante quando não encontramos produtores interessados na qualidade do espetáculo, entende? Por diversas vezes encontramos locais sem estrutura alguma para a execução de um show de Metal, porém a participação do público compensa qualquer dificuldade. Que sejam 10 ou 10 mil, o Angels Holocaust apresentará seu set list com a energia e garra de sempre.




RA - O que podemos esperar do próximo trabalho da banda, intitulado "Pátria"?
AH - Podem esperar uma abordagem muito, mas muito crítica do nosso País. Existem alguns fatos marcantes que não são expostos com a veracidade que exigem.

Portanto, estamos aqui para incomodar, para instigar, contestar e claro, explanar sobre aspectos históricos que precisam vir à tona. Basicamente, “Pátria” abordará de forma crítica, as decisões que nos fizeram ser um povo que não é Nação.

Contestador e polêmico. Que assim, seja (risos).


RA - Quais são os planos do Angels Holocaust, para 2013?
AH - Estamos em fase de ambientação da nova formação. Atualmente, estamos trabalhando na formatação do novo set list e claro, estamos focados no conceito lírico do nosso próximo álbum, o “Pátria” que é um trabalho conceitual que demanda muita pesquisa e debates internos para que cheguemos ao resultado esperado pela banda.
Paralelamente, iniciamos a pré-produção das faixas e claro, estamos analisando as propostas para shows. Enfim, esperamos (desejamos) que 2013 seja repleto de compromissos, mas, adianto aqui, que 2014 é “o” ano para a banda. Pretendemos lançar o nosso debut álbum e excursionar por diferentes localidades do Brasil e (quem sabe) do mundo.
Obrigado a todos pela atenção e interesse no Angels Holocaust.
Em breve, teremos muitas novidades. Stay METAL!!!

Formação:
Rodrigo Cafundó - Vocal
Rafael Ranulfo - Guitarra
Gabriel Vieira - Baixo
Antonio Souza - Bateria.
E aí, curtiram a entrevista? Fiquem ligados que tem muito mais.
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sexta-feira, 21 de junho de 2013

#Evento: IMCITA - Ocupa a Praça - 23.06

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Neste domingo, (23), na Praça Brasil, acontece o IMCITA - Integração dos Movimentos Culturais de Itaquera - que tem como objetivo revitalizar o espaço.

O evento contrará com a apresentação de várias bandas: Banda Gricerina, Engrenagem Urbana, África Mãe do Leão, Ossos de Marfim, Zabah Bush, entre outras.

Haverá também, exposição de artistas plásticos, graffiti, e a exibição do documentário: "Ritos de Rios e Ruas".

O evento é gratuito, e será iniciado às 15h.

Endereço: Praça Brasil - Praça Mãe Menininha do Gantois, s/n. Itaquera.

"IMCITA - Ocupa a Praça"

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