segunda-feira, 22 de abril de 2013

Rock Alive entrevista: Andragonia

Fala galera, que acompanha o Rock Alive...

Hoje, trago para vocês a história da banda Andragonia,que faz sucesso nas redes sociais e fora delas, seguida de uma entrevista!



RA - Formada em 2007, o Andragonia continua com a mesma formação desde a criação?

Ricardo DeStefano : Primeiramente, muito obrigado pela oportunidade e entrevista! Não, a formação do Andragonia mudou por algumas vezes já. A partir do momento que o Andragonia se transformou em uma banda autoral, nós tivemos a saída do guitarrista/vocalista Luke Gomes, quase que na metade do processo de gravação do Secrets.

Nesse momento, foi quando eu fui chamado para entrar na banda, ao lado do outro guitarrista, Raffael Mello. Posteriormente, tivemos a entrada do Cauê Leitão (no lugar do Raffael), com o Secrets praticamente finalizado. Recentemente nós tivemos a saída do Yuri para a entrada do Toni Laet.

Cauê Leitão:  E essa saída do Yuri para entrada do Toni foi a última mudança, nem tem tanto tempo assim, já foi quando o CD “Memories” já estava gravado.

RA - O álbum “Secrets in the Mirror” foi um dos que mais ganharam divulgação na rede, chegando até os jogos Guitar Flash. Vocês esperavam por toda essa repercussão?

Ricardo DeStefano: Pensando friamente...bom, o que posso dizer é que nós sempre acreditamos no trabalho e, quando terminamos de gravar o Secrets, nós sabíamos que tínhamos um bom material debaixo do braço, sabíamos do nosso potencial! Agora, entre vc saber, e acontecer, há uma distância absurda! O que aconteceu foi que nós tivemos a SORTE de ter feito os contatos certos, na hora certa, e a COMPETÊNCIA de corresponder as expectativas no momento que os desafios apareceram para nós.

As pessoas comentam do Secrets (como no caso da pergunta de agora) referindo-se a sua repercussão pós lançamento, porém é preciso saber um pouco do que aconteceu PRÉ lançamento, e isso eu acho que foi o nosso grande diferencial. Na época, nós 5 estávamos muito unidos em torno de fazer o Secrets acontecer.  Nós passamos dias inteiros dentro do estúdio gravando e ensaiando, bem como sempre juntos para conversar, trocar idéias. Nós vivíamos a banda!!!

Cauê Leitão/Google.com


Claro que certas coisas aconteceram sem que estivéssemos esperando, como o "guitar flash", ou mesmo a exibição dos nossos clipes na MTV, mas mesmo assim, acredito que tudo aconteceu naturalmente em virtude do momento que estávamos vivendo.

Cauê Leitão:  Costumo falar que o Guitar Flash foi o maior apoio que tivemos até hoje em termos de divulgação.Claro que o publico do jogo se identificou muito com o Andragonia por ser um pouco mais técnico e ter bastante guitarra, e outras bandas não conseguiram ter tanto retorno assim por ter outros estilos. Somos muito gratos ao Guitar Flash e a tudo que o jogo proporcionou para o Andragonia.





Toni Laet/ Arquivo Pessoal
RA - No ano de 2012, o Yuri deixou a banda, como foi essa fase de ausência para vocês?


Ricardo DeStefano: Como toda separação, sempre delicada, ainda mais de um membro que estava na banda desde o início. No caso do Yuri, ele optou por se desligar da banda porque apareceu uma oportunidade pessoal e profissional para ele que sempre desejou, que foi morar e trabalhar no exterior.Ao sair do Brasil, a princípio, ele iria para fazer algumas apresentações e voltar. Aconteceu que a agenda de trabalho dele aumentou por lá, e no momento a banda estava parada, sendo assim ele teve que optar. Em virtude da ordem das coisas, foi uma separação natural e automática, tanto que somos muito amigos até hoje!

Cauê LeitãoA gente que conviveu com o Yuri sabe que o maior desejo dele era sair do Brasil. Ele teve uma oportunidade de ir pra San Diego e não pensou duas veze.  Aí ele enviou uma mensagem falando que estava diante de uma grande oportunidade e que não tinha data pra voltar. Ele é um grande amigo e desejamos o melhor pra ele.


RA - Ainda em 2012, vocês resolveram fazer um álbum diferente intitulado “Memories”, o que ele traz de inusitado?

Ricardo DeStefano: O Memories começou a ser trabalhado ainda em 2011. Nós  aproveitamos a entrada do Cauê  que não compôs para o Secrets, e um intervalo que tivemos na agenda da banda, e começamos a colocar algumas idéias em prática. O que aconteceu foi que cada um tinha, pelo menos, umas 2 idéias para novas músicas, e resolvemos ir compondo e gravando até o álbum tomar forma. Tanto que mais de 80% do disco foi gravado sem que ninguém soubesse, deixando pra divulga-lo já no final de sua gravação.
De inusitado, acredito que o álbum foi trabalho de forma conjunta, como uma banda de verdade. Mesmo as músicas que foram compostas por um único autor tiveram a participação de mais um ou dois integrantes da banda. Outra coisa que nos ajudou muito foi o fato de começarmos a gravar o disco e não divulga-lo, trabalhando com calma, sem cobrança e sem pressão  Dessa forma, pudemos trabalhar e curtir cada detalhe do projeto,  fechando cada detalhe quando todos nós estivéssemos de acordo.

Cauê Leitão:  Me marcou muito gravar o álbum “Memories”. De fato é o álbum que tem mais a cara de todos os integrantes, trabalhamos duro e no final tivemos a sensação de dever cumprido.Tentamos fazer um álbum bem moderno, misturando o ProgMetal com elementos eletrônicos, além de explorar todas as influências de cada um. Tivemos alguns contratempos no seu lançamento, coisas que não esperávamos, mais acredito que o álbum ainda vai ter a divulgação que merece.

Ricardo DeStefano: Outra coisa super legal do “Memories”, foi a participação do guitarrista Mattias IA, na faixa Hard To Breath. Quando o conhecemos, em 2011, ele foi de uma atenção e humildade foram do comum conosco. Nós entregamos para ele uma cópia do “Secrets” e, dois dias depois, encontrei com ele na Expomusic e ele me disse que curtiu o álbum  Naquele momento, eu perguntei se ele não estava interessado em gravar uma música no nosso novo disco e ele respondeu “Ok!”. 

Foi mais do que especial contar com um dos maiores guitarristas dessa nova geração em nosso disco, ainda mais levando em conta todo o cuidado que ele teve conosco!

RA- Por que o nome de Andragonia?

Ricardo DeStefano: É um trocadilho com as palavras Andragogia, que é a ciência que estuda o comportamento do ser humano adulto; e a palavra Agonia, que reflete o estado de espírito do ser humano nos tempos atuais.


Daniel de Sá /Arquivo Pessoal

A junção das duas palavras deu uma boa sonoridade, e o seu significado tem tudo a ver com a forma de compormos e escrevermos.

Cauê Leitão:  E é engraçado que até hoje tem muita gente que fala o nome errado(Risos), pronunciando o nome Andragônia. Galera, o nome é Andragonia em português mesmo, com a pronuncia de Andragonía como se tivesse um acento agudo no “i”.


RA - A banda é composta por professores de música e produtores. Como vocês conciliam a banda com o trabalho?

Ricardo DeStefano: Temos a sorte de podermos viver de música, seja como artistas, professores e produtores, não importa, desde que sempre com música. Isso nos dá a liberdade de termos controle total sobre nossas agendas e nossos ritmos de trabalho. Óbvio que a parte financeira vem na frente, então priorizamos sempre os trabalhos, mas, sempre temos a disponibilidade e a liberdade de podermos nos juntar para trabalhar para a banda, seja quando for. Por exemplo, temos um dia da semana que é dedicado apenas para o Andragonia. Nesse dia nós evitamos marcar aulas, produções, ou coisas do tipo.

Cauê Leitão:  E tentamos pegar um pouco do trabalho de cada um e ver o que pode acrescentar na banda. O Toni, por exemplo, além de músico é ator e trabalha com fotografia,  o que nos ajuda bastante. Somos uma banda independente e não temos quase nenhum apoio, precisamos nos virar mesmo e ter sempre o espirito de fazer a coisa acontecer.

Ricardo DeStefano/Google.com
RA - No momento de distração de cada um, o que costumam fazer?

Ricardo DeStefano: Coisas normais, não temos esse lado pessoal tão curioso assim. Depende do momento de cada um, e do nível de stress. Tem gente que gosta de se desligar de tudo, outros gostam de ficar estudando as próprias músicas, filmes, vídeo game, futebol, sair pra comer fora quando possível. Enfim, nada de muito “interessante” ou “rockstar” se é que podemos dizer assim (risos).

Por exemplo, eu mesmo, quando a banda está sem atividade, gosto de me desligar da banda, me afastar um pouco do pessoal, para renovar as energias. Acredito que dessa forma é mais fácil esfriar a cabeça, já que quando estamos juntos rola muita pressão e stress.

Cauê Leitão:  Além de tudo isso ai, comer chocolate deve ser citado (risos).

Ricardo DeStefano: É verdade!!! (risos).

RA - O que podemos esperar do Andragonia, em 2013?

Ricardo DeStefano: Em primeiro lugar, o lançamento físico do “Memories”. Já tem um ano que ele foi lançado em formato digital, e agora é o momento do cd mesmo. Em paralelo, estamos ensaiando para os shows que virão, montando o set list. Já tivemos a integração e adaptação do Toni com a banda, e a transição foi super tranquila.

Enfim, estamos planejando voltar com tudo, e o momento é agora. Nós tivemos um ano complicado de 2012, e acabou culminando até com uma leve parada da banda. Além da troca do Yuri, nós estávamos trabalhando com uma gravadora e que no final das contas também acabou não acontecendo. Ao mesmo tempo, eu também tive que parar pois estava com um problema grave de saúde e precisava me tratar. Hoje, um ano depois, vejo quanta coisa a gente passou, e fico muito feliz por estamos de volta, firmes, fortes, mesmo depois de tanta coisa. Não podemos PROMETER, mas digo que vamos tirar o 2013 para correr atrás do que passou e foi perdido, bem como do que está por vir ainda.

Thiago Larenttes/Google.com


Cauê Leitão : Já começamos o ano com muito força! Lançamos o clipe novo, “Threshold”,  e já voltamos aos ensaios com o Toni.  É aquela velha historia, se você quiser ver  a banda viva, lançando materiais novos, compareçam aos shows que vão surgir! Se não tiver essa troca, fica bem difícil a banda se manter firme  e forte.

Vamos  apoiar o Metal nacional!


Membros da Banda:

Ricardo DeStefano - Vocais
Thiago Larenttes - Vocais e guitarra
Toni Laet - Baixo
Cauê Leitão - Vocais e guitarra
Daniel de Sá - Bateria

E aí galera curtiram? Então baixem já o CD "Memories", disponível no SoundCloud da banda: 

Assistam ao videoclipe da música "Threshold"!

sábado, 13 de abril de 2013

Sanctorium no Rock Alive!

Fala galera, que acompanha o Rock Alive...

Hoje, trago mais uma banda internacional, que também é da Rússia. A banda Sanctorium, também entrou em contato com a nossa equipe e estamos divulgando a história da banda!!!

Sanctorium
Sanctorium é banda de metal sinfônico com vocais masculinos e femininos de São Petersburgo, na Rússia. Fãs de música obscura apreciam o contraste entre a voz fria memorável feminina e uma masculina de death metal colorido rosnados, e também misturam riffs pesados ​​de guitarra com teclados requintados (clássico do gênero), arranjos sinfônicos e da atmosfera geral das canções. Os músicos se inspiram em diferentes mitologias, lendas, história de civilizações antigas, misticismo e filosofia, o que se reflete em Inglês textos-pinturas, pintado em cores profundas.

A história da Sanctorium começou no verão de 2005, quando o guitarrista e baterista Victor Andrew, que já haviam tocado juntos, decidiram formar uma nova banda. 

Ao mesmo tempo, os seus colegas de turma, o baixista e violinista Sergei Vladimir, se juntou a eles. Desde meados de setembro de 2005, a banda começou a ensaiar neste line-up. Após os ensaios de seção rítmica, a banda sentiu a necessidade de vocais e teclados, e em novembro se juntaram a eles o vocalista Daria (Irene) e a tecladista Catherine. Ao mesmo tempo, o nome da banda foi finalmente selecionado.

No final de março de 2006, a banda começou a gravar sua demo em casa Um mês depois, uma demo de quatro canais foi concluída, e o grupo começou a pensar em performances ao vivo. 

O primeiro concerto que a Sanctorium participou foi em Legend Club em 12 de maio de 2006, após o show decidiram colocar um segundo guitarrista, Romano. Nos próximos anos, a banda substituiu mais de metade dos seus membros: guitarristas, baixistas, tecladistas. Os motivos eram tanto pessoal quanto profissional. Em 2008, a banda terminou de gravar seu primeiro EP "Gate of Sin " no estúdio "Egorov" com Vladimir Mehnin como produtor de som.


Compartilhando o mesmo palco com a banda Sirenia no Point Club em Moscou ,se destacaram como uma das principais realizações de 2009. Depois que a banda decidiu demitir membros e fazer a reorganização completa. Somente em 2012, o recém-nascido Sanctorium apareceu no palco novamente com novos membros tocando as músicas antigas e escrevendo músicas novas e também a gravação do primeiro álbum full-lenght. 

Em 2013, a banda ganhou o título de "Discovery of 2012" na Sinfônica Russa e Prêmio Metal Opera, e em abril de 2013 eles vão se apresentar com Xandria em um concerto em São Petersburgo.


Membros:
Daria Zhukova (Eirene) – Vocais
Ivan Cornienko – Gutural
Alexey Sherbak – Guitarras
Alexandr Mutin – Guitarras
Olga Gavrilova – Teclado
Ilya Wilks – Baixo
Evgeniy Nosov – Bateria

E aí curtiram a banda? Conheçam-a melhor! Acessem os links abaixo:

VK - Comunidade Russahttp://vk.com/sanctorium

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Rock Alive entrevista: Cold Sight

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!!!

Como havia avisado em nossa fan page, temos banda nova aqui, para vocês.
A banda que trouxe, é a Cold Sight, de St. Petersburg - Rússia. Por sinal, nosso site é muito lido por lá.

Mas, sem delongas... vamos à entrevista!!!

Cold Sight

RA - A banda foi criada quando e por quem?

Alex: A banda foi criada em 2008 acidentalmente e é difícil dizer por quem. Por meio da luta de opiniões e ambições (ou ausência dela), a banda foi reformada e começou a atividade produtiva em 2011. Houve um momento engraçado. A banda ganhou o nome atual em 15 de agosto de 2008, mas no ano seguinte, em 07 de agosto, a banda finalmente conseguiu o que vinha procurando há muito tempo – um vocalista.

Natalia: eu entrei na banda apenas em 2009, quando a formação já tinha sido concluída. Oh, teria sido divertido se eu tivesse visitado o primeiro concerto da banda no início de 2009. Em 15 de agosto de 2009, foi celebrado o primeiro ano da Cold Sight. E eu estava muito orgulhosa de fazer parte da banda. Além disso, fazer pizza caseira foi delicioso. Bons velhos tempos! =)

RA - Qual é a influência mais importante da banda, outras bandas?

Natalia: Para mim é música clássica. Eu sou um grande fã de Mozart e Verdi. A minha cantora favorita é Anna Netrebko, ela é muito artística e tem voz muito poderosa. Além disso, eu admiro Tarja Türünen. Eu decidi formar minha primeira banda com a idade de 12 anos quando ouvi sua voz pela primeira vez.

Alex: Não só a música, mas os filmes, mesmo os desenhos animados, e viajar ou mesmo a pé pode ser muito inspirador. Muse pode se ouvir em qualquer lugar a qualquer hora!


RA - O que vocês esperam após o lançamento do primeiro CD?

Alex: Os presentes de Satanás Klaus! Brincando. Espero que muito mais pessoas fiquem sabendo sobre nós e a música que fazemos! Alguns, talvez, gostariam de traduzir as letras ... Mas, seria melhor se fizermos isso antes. Tradutores on-line são mais um motivo para rir do que ferramenta realmente faz..

Natalia: Mal posso esperar para compartilhar o nosso trabalho com o público! Espero CD colorido em minhas mãos. 'Oh, nós realmente fizemos isso!' O momento de verdadeira felicidade.

RA - Quando vocês montaram a banda, tinham idéia de onde os shows aconteceriam?

Alex: Eu não sei até onde vamos, mas eu tenho esperança de que vamos chegar a algum sucesso. Hoje em dia é difícil prever qualquer coisa. Tudo muda muito rápido.

Natalia: Você sabe, eu sempre vou esperar mais do que seremos realmente capazes de fazer. É por isso que eu não tenho nenhuma idéia das realizações que ainda estão por vir. Mas sem  os sonhos não seriamos os únicos.

RA - Em geral, as músicas são compostas por quem?

Natalia: Todas as músicas e letras para o nosso álbum de estréia A/H1N1 foram compostas por Alex. Eu ajudei um pouco com a letra da música de abertura e compartilhei com ele algumas de minhas idéias sobre linhas vocais. Mas agora estamos trabalhando na próxima versão em Inglês para o qual estou me preparando vocais e letras.

RA - As letras são bem realista, há alguma inspiração para outras bandas?

Alex: É realmente acidental que temos temas sociais sobre o álbum! E quase em cada canção. Inspiração deste tipo não vem de outras bandas. Você só precisa olhar em volta e manter-se atualizado. É claro, nós adicionamos alguns elementos de ficção. Mas os acontecimentos, o estado do país, as pessoas, o governo - todos é a mesma. Traçamos paralelos com a nossa vida cotidiana.

RA - Qual é o significado da Cold Sight para vocês?

Natalia: Eu gosto do nome da nossa banda. A versão anterior era muito apaixonada por nós, lol) Alguns anos atrás eu fiz uma colagem - uma criação visual de como eu entendo "Cold Sight". Era uma mulher jovem, representando outono. Muito bonito, mas você entende o inverno que está chegando, bem como olhando para frente para a luz e do renascimento da natureza.

Alex: Nós precisávamos de um nome compreensível para o projeto. E curto. E única - esta cláusula foi a mais difícil de executar. Havia (e agora) tantas bandas com muitos nomes diferentes!


No entanto, apesar de todos os nossos esforços, uma banda francesa tem quase o mesmo nome. Mas o nome de sua banda é escrito em uma palavra. (A propósito, boa banda!) Mas apenas coincidência uma é impressionante nos dias de hoje.

Eu estava pensando em algo legal e neutro simultaneamente (por 'neutro' me refiro não dependente de gênero de músicas que podemos escolher no futuro`). Então, nós temos o que temos. Eu gosto desse nome. Este mundo precisa de uma visão fria e desapaixonada sobre muitas coisas.

Versão em Inglês


RA - The band was created when and by whom?

Alex: The band was created in 2008 accidentally and it’s hard to say by whom. Through the struggle of opinions and ambitions (or absence of it) the band was reformed and started productive activity in 2011.


There was a funny moment. The band got the present name on 15th August, 2008, but year after, on 7th August, the band finally got what it had been looking for so long - the singer.


Natalia: I joined the band only in 2009 when lineup had been already completed. Oh, it would be fun if I had visited band’s first concert earlier in 2009. On 15th August, 2009, we celebrated Cold Sight’s first year. And I was very proud to be the part of band. Besides, home made pizza was delicious. Good old times)

RA - What is the most significant influence of the band, other bands?

Natalia: For me it is classical music. I’m a big fan of Mozart and Verdi. My favourite singer is Anna Netrebko, she is very artistic and has very powerful voice. Besides, I admire Tarja Turunen. I decided to form my first band at the age of 12 when I’ve heard her voice for the first time.

Alex: Not only music, but films, even animated cartoons, and travelling or even walking can be very inspiring. Muse can show herself anywhere anytime!

RA - What do you expect after the release of the first CD?

Alex: The presents from Satan Klaus! Kidding. I expect much more people will know about us and music we make! Some maybe  would like to translate the lyrics... But better if we do it earlier. Online translators are more a reason to laugh than really useful and trusted tool.

Natalia: Can’t wait to share our work with audience! I expect colourful CD in my hands. `Oh, we really did it!` The moment of true happiness.

RA - When you set up the band, had no idea where the show would take place?

Alex: I didn't know how far we will go, but I had a hope that we gonna reach some success. Nowadays it is hard to predict anything. Everything changes really fast.


Natalia: You know, I will always expect more than we’ll be really able to do. That’s why I have no idea what achievements are yet to come. But without dreams we would not be the ones who we are now.


RA - In general, the songs are composed by whom?

Natalia: All music and lyrics for our debut album A/H1N1 were composed by Alex. I helped a bit with lyrics for the opening song and shared with him some of my ideas about vocal lines. But now we are working on the next release in English for which I’m preparing vocals and lyrics.

RA - The letters very realistic, there are some inspiration for other bands?

Alex: It’s really accidental that we have social themes on the album! And almost in each song. Inspiration of this kind doesn’t come from the other bands. You need only to look around and keep up to date. Of course, we added some fictional elements. But events, the state of the country, people, government - all is the same. We draw parallels with our everyday life.

RA - What is the meaning of Cold Sight for you?

Natalia: I like our band’s name. Earlier version was too passionate for us, lol) Some years ago I did a collage - visual brainchild of how I understand “Cold Sight”. It was a young woman, representing autumn. Very beautiful, but you understand that winter is coming as well as looking forward for the light and rebirth of nature.

Alex: We needed an understandable name for the project. And short. And unique - this clause was the hardest one to execute. There were (and are now) so many bands with many various names! However, despite all our efforts, one French band has almost the same name. But their band’s name is written in one word. (By the way, good band!) But just one coincidence is awesome nowadays.

I was thinking about something cool and neutral simultaneously (by `neutral` I mean `not dependent on music genre we can choose in the future`). So, we have what we have. I like that name. This world needs a cold and dispassionate view on many things.


E aí galera, curtiram?
Então conheçam melhor a banda nas redes sociais:

Website Oficial : http://www.coldsight.net 
Comunidade Oficial da Rússia - VK (Facebook Russo) : vk.com/coldsight


sábado, 30 de março de 2013

Left Hand no Rock Alive!

Fala galera, que acompanha o Rock Alive... Quem aí curte um Trash Metal?

Hoje, trago para vocês a banda carioca, Left Hand !!!

A Left Hand inicia suas atividades em 2008, com músicas próprias e participando efetivamente do circuito underground norte fluminense. Lançaram um  EP e obtiveram uma boa aceitação.


Left Hand

A banda gradualmente amadureceu e as composições foram se modificando de um som Thrash/Groove mais puxado para o Southern para a sonoridade mais agressiva e trabalhada que fazemos hoje, por isso, das músicas que integravam o EP, apenas duas ainda se fazem presentes no repertório da Left Hand (24 Hours e Rising Through Deception), por apresentarem uma sonoridade mais coerente com o trabalho atual. Depois de um período de tribulações devido a mudanças na formação, a Left Hand volta a ativa com muita garra e com o Thrash correndo nas veias.

Left Hand




No final de 2012, a banda gravou um EP no estúdio Mr som, produzido por Marcello Pompeu e Heros Trench, ambos do Korzus. O EP se chamará "Scientifical Plague", contará com cinco músicas e será lançado em meados de abril. Enquanto isso a banda lança um clipe para a faixa título.


Release Left Hand





E aí curtiram?

Conheçam melhor a Left Hand acessando os links abaixo:



See You Soon!!!

terça-feira, 26 de março de 2013

D'Coding no Rock Alive

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!!!

Como sempre estamos com bandas novas e acho que vocês já devem ter ouvido falar sobre a banda D'Coding... Não?
Então, o que estão esperando para conhecê-la?

A união dos primos veio, com a banda Primomore, que passou a se chamar Prim'ore (Cover Paramore), que entrou em cena mais ou menos em 200x. E assim começamos a fazer shows pelo Brasil inteiro (mentira rs).

Ao sentir a incrível sensação que é subir a um palco e ver aquelas três mil pessoas (mais mentira rs) a vibrar com nosso som próprio (Code #1), percebemos que não poderíamos parar por aí. Onde ficaria aquele gosto musical que cada um de nós tínhamos em mente?! As referências musicais estavam em sintonia, e o talento...? Desculpe, mas o talento já trazíamos de berço...






Decidimos então, alterar um simples detalhe: TUDO! Somos agora a D'Coding, Formada em São Paulo - 26 de setembro de 2010, por membros da mesma família, temos como influência muitos estilos musicais desde Michael Jackson à Iron Maiden, mas encontramos-se a vontade tocando Rock N’ Roll com guitarras gritando Metal.






Não gostamos de criar rótulos, ou nos intitular em uma classificação de estilo musical. Mas a banda tende a compor melodias de conceito Metal, com um vocal feminino mais pop, as pessoas costumam falar que fazemos "Metal Alternativo".​​..
O nome da banda partiu da ideia de que música e codificação são aliadas. E esses códigos, assim como tantos outros espalhados pelo mundo, fazem parte de nossas vidas, e constantemente estamos decodificando algo para melhor ou pior interagirmos com o sistema. Vocês perceberão que muitas vezes será necessário decodificar nossas letras.

Release Banda D'Coding

Formação:

Jully (Vocal e Baixo)
Jimmy (Guitarra)
Rafael (Guitarra)
João (Bateria)

Quer conhecer melhor a banda? Acessem os links:

Site Oficial: www.dcodingdc.com


... See You Soon!!!

domingo, 24 de março de 2013

Rock Alive no show do Golpe de Estado

Fala galera, que acompanha o Rock Alive, tudo certo por aí?
E no último sábado (16.03), a banda Golpe de Estado, se apresentou no Centro Cultural de São Paulo, e o colocou abaixo com suas músicas!

Golpe de Estado


Dino, como sempre com seu estilo diferente, mas muito elegante agitando geral o público que lotou dentro e fora, da sala Adoniram Barbosa. E acreditem, havia pessoas que não eram nem da época de nascimento da banda, mas que estavam presentes e não tinha uma que não sabia cantar as músicas.




Dino Linardi, posa para nosso fotografo




E não é que o Dino curtiu o nosso fotografo/videomaker, Marco Lopes? Sempre sorrindo e posando para as fotos.
A banda formada em 1985 continua em plena atividade. Hélcio Aguirra, arrasando nos solos e Roby Pontes, destruindo na bateria embalaram o show, contagiando com suas canções dos anos 80.







E vem novidade por aí, a banda pretende gravar um DVD, e com a possibilidade, de ter a presença de Dinho Ouro Preto, Rita Lee, Arnaldo Antunes e Branco Mello (Titãs).
Ao final do show, todos eles agradeceram, voltaram ao palco para tirarem fotos com os fãs, darem autógrafos e bater um papo. Fizemos uma breve entrevista com Hélcio e o Dino, afinal de contas, eles precisavam descansar, pois no domingo a "somzera" ia continuar!!



Hélcio Aguirra, Dino Linardi e Mari Lima
RA – Qual a percepção que vocês tem do público durante os shows?

Helcio: Total, o feedback é o que a gente precisa, inclusive, às vezes até para movimentar o próprio show. Às vezes a gente acaba até mudando o roteiro do show. Hoje por exemplo acontece uma coisa bacana, precisamos de uma métrica com várias musicas, com quase 15 minutos. E aí você está um pouco inseguro com isso, e eu reparei muito isso, já na segunda música, comecei a olhar nos olhinhos que eu podia ler, percebi que estava indo e no final foi legal. Até comentei com aqui que rolou uns olhinhos. A galera acumulou os aplausos. Isso é fundamental.



RA – Vocês ao longo dos anos foram conquistando mais fãs e apreciadores das músicas. O público hoje de vocês, continua com a mesma empolgação- agitação de quando a banda foi formada?

Helcio: Sim, os que viram a história do Golpe, e quem não conhece estão todos aí. Mas, continuam os mesmos.




Agradecimentos ao Centro Cultural São Paulo, a Banda Golpe de Estado e ao Dino Linardi.


E então curtiram?
Acessem agora a nossa página no Facebook ou ao Link abaixo, e confiram o vídeo que foi feito do show!


... See You Soon!!!

quinta-feira, 21 de março de 2013

Cold Sight, no Rock Alive!

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!!

Hoje trago mais uma banda internacional, a banda Cold Sight de St. Petersburg, Rússia.

Abaixo há uma breve biografia da banda, fotos e links para algumas músicas, enquanto o album de estréia não é lançado!!!

Cold Sight é uma banda da Rússia, São Petersburgo, tocando metal melódico com vocal feminino. Os temas centrais das músicas da banda são escapismo, os esforços humanos para encontrar a harmonia consigo mesmo e com a realidade externa, problemas sociais da sociedade moderna.




Fundada em 2008 em uma pequena cidade russa de Bryansk, Cold Sight tornou-se um projeto de longa-metragem promissor, onde muitos jovens músicos talentosos participaram. O trabalho criativo da Cold Sight é notável para a integração proficiente de diferentes estilos musicais de música neo-clássica e metal sinfônico, até death metal alternativo e melódico.





Banda vai lançar seu álbum de estréia A/H1N1, na gravação do qual tomaram parte os músicos da banda de Fferyllt e coristas profissionais incluindo um corista de Bryansk Acadêmico Coro Alexey Chevelev. A mixagem e masterização foi feita por Dmitry Eliseev (Fferyllt, Stormbreaker, ВеданЪ КолодЪ - Vedan Kolod -). O projeto do livreto e capa está sendo trabalhado por um esperançoso artista Ilona Veresk (Lila Luna, Сны разума - sonhos da Razão -).

A banda, além de estar envolvida com festivais de música diferentes, é a organização de interessantes concertos acústicos com instrumentos clássicos e panificação de concertos de caridade e ações. No momento Cold Sight está trabalhando em novo material para as versões seguintes e elaboração do programa novo concerto.

Membros da banda:
Natalia Zolotova – Vocal
    Alex Quitty – Baixo
Sergej Kolesin - Guitarra
Gleb Zhegulin - Guitarra

Cold Sight
E aí curtiram?
Querem conhecer melhor o Cold Sight? Acessem os links:

Website Oficial - http://www.coldsight.net 
Comunidade Oficial da Rússia - VK (Facebook Russo) - vk.com/coldsight 

... See You Soon!!!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Rock Alive entrevista: Makinária Rock

Fala galera, que acompanha o Rock Alive!

Recentemente eu havia postado aqui para vocês, a biografia da banda Makinária Rock, estão lembrados?

E hoje eu trago para vocês uma entrevista que fizemos com eles.

Confiram:





RA -      Por que o nome Makinária Rock?

MR - Digger - É um nome forme, uma Maquina de fazer Rock (por isso MAKINÁRIA ROCK), e é isso que representamos, quando entramos em estúdio para ensaios e  composições , as músicas surgem com facilidade e em muito pouco tempo já temos o som na mão, creio que podemos comparar como uma empresa  no setor de produção, todo um maquinário trabalha e você tem que acompanhar e é assim no caso da banda quando começamos a compor ou a criar as melodias, todos acompanham e só paramos quando a meta foi alcançada no caso a música finalizada.

  RA -      Quais são as influências de bandas mais presentes nas músicas de vocês?

MR - Digger - Com certeza as nacionais como velhas Virgens, Made in Brazil, Patrulha do Espaço, assim como as mais novas tipo Baranga , Carro Bomba, eu particularmente cresci escutando esses sons , sempre tive a intenção de montar uma banda neste gênero, montei e estamos ai já a quase 5 anos.

  RA -      Digger, como é tocar bateria e cantar ao mesmo tempo?

MR - Digger – Bem cansativo, mais ao mesmo tempo muito prazeroso, começou como um quebra galho, pois não tínhamos um vocal, porém acabou virando solução e hoje não me vejo só tocando batera ou então só cantando, acho que uma coisa completa a outra e ja estou bem adaptado não me sinto mais durão da hora de tocar , com o tempo desenvolvi legal essa parte de coordenação e hoje é tranqüilo.

RA - Quem é a banda e o que cada um faz?

MR - Digger – Bom eu Digger Voz e Bateria, Renato que faz parte da primeira formação no baixo, ele saiu por uns 2 anos agora retornou  e o mais novato da gang o Takeo nas Guitarras, o moleque é gente boa pra caramba e caiu como uma luva na banda, aprendeu as musicas em 3 dias, em nosso primeiro ensaio ele já tirou todas , parecia que estava conosco desde o começo, adaptou-se muito rápido a filosofia da Makinária Rock estamos curtindo muito em o termos  como parceiro de banda, além de tudo é um grande amigo.

RA -      Quais foram as melhores experiências e qual a aceitação do público?

MR - Digger – Nossa, nesses 5 anos já passamos por muita coisa, eu que estou desde o início já vivi muita coisa bacana, e também muita coisa estranha....como por exemplo chegar em um lugar pra tocar e só ter um cachorro na laje olhando, não havia organizador, não havia técnico de som, não havia publico, só a dona do bar que nos levou ate o palco sem luz e mandou montar a bateria, porém nem PA de som tinha no local....foi cômico , acabou não rolando o show.

Porém já houve muita coisa bacana, como o lançamento de nosso 1º CD, foi no Blackmore Rock Bar ao lado da lenda Made in Brazil em pleno dia mundial do rock, a casa tava lotada muita gente veio falar conosco após o termino do show, foi bem bacana, outra data legal que lembro foi em Caraguatatuba, ganhamos uma seletiva de bandas e tocamos em um festival de uma rádio local do litoral ao lado do Claustrofobia , Furia V8 foi bem bacana, a recepção da galera ate hoje tem sido muito boa, fizemos grandes amizades nesta jornada, a galera de inicio fica meio que tentando identificar quem canta , pois ate então ninguém se liga que é o batera que esta na voz, mais depois que a ficha cai, fica tudo mais sussa....rsrs.

Outra coisa bacana foi quando fomos selecionados para participar da seletiva do festival Roça n’ Roll, no meio de mais de 100 bandas ficamos entre as 6...não ganhamos, mais só de ter tido esta oportunidade , foi animal e um reconhecimento de todo nosso trabalho.

RA     – Quem compõe as músicas?

MR - Digger – A grande maioria sou eu, porém eu levo o esboço e todos ajudam com alguma coisa, no final todos acabam participando do processo de composição.
 RA -      Hoje, ainda existe certa dificuldade de bandas conseguirem locais para tocar ou divulgar o som, vocês encontram esta dificuldade? Vocês chegaram a ficar sem locais para tocar antes de se tornarem conhecidos?

MR - Digger – Sim, sim, muitas vezes, e ainda encontramos, pois estamos no underground e é mais complicado não adianta, ainda mais fazendo som próprio, a dificuldade é bem maior, mais ao mesmo tempo hoje tenho uma visão bem diferente do começo da banda, não toco em qualquer lugar só por tocar, no mínimo a casa, ou bar tem que ter uma estrutura descente para que uma banda possa apresentar seu trabalho, nos músicos temos que nos valorizar não da pra ficar queimando o som da sua banda em qualquer lugar, é igual a um jogador de futebol, não da pra ter jogo em um campo cheio de buraco, ou a grama levantando a cada chute, tem que pelo menos estar bem cuidado para que a bola role com mais facilidade, e é tudo assim, porém tem muita casa e bares principalmente em São Paulo onde as condições são precárias que não deveriam nem estarem com suas portas abertas funcionando mais.....fazer o que né, cada um sabe o que é melhor para si.

RA -      Os integrantes praticam algum tipo de esporte? Qual? Possuem algum estilo próprio de roupas ou se influenciam em outros artistas/bandas?

MR - Digger – Eu sempre curtir musculação, curto bastante luta, jogo futebol de vez em quando(porém ultimamente estou meio sem tempo), apesar de ser um perna de pau....rsrsrs, o Takeo é sussa o esporte que ele pratica e tocar guitarra a todo o momento , agora o Renato, esse ai é um caso perdido o esporte preferido dele é levantar um copo de cerveja ate a boca e só.....rsrsrsrs.
E cada um tem seu próprio estilo, nosso estilo, é o estilo Makinária Rock e mais nada.

RA -      Quais são os planos do Makinária Rock para 2013?

MR -Digger – Acabamos de lançar nosso 2º CD, e o foco é a divulgação do mesmo, tocar, tocar e tocar, também estamos dando inicio as gravações de nosso novo Vídeo clipe e quem sabe ate o final do ano pinta um DVD por ai, vamos aguardar, mais estamos trabalhando bastante e quando você trabalha as coisas vêem com mais facilidade, mais cedo ou mais tarde vem.

Gostaria de agradecer o espaço e parabéns pelo belo trabalho que o Blog Rock Alive presta ao Rock Nacional continuem firmes.



E aí curtiram ??

Adicionem a banda no Facebook e no Myspace !!!

See You Soon